quarta-feira, julho 12, 2006

Férias

Forçadas, mas apetecidas. Breves, mas bem gozadas (espero).
Volto para a semana. Portem-se bem.

terça-feira, julho 04, 2006

De repente, isto abre-se. E eu que nem tenho ideia de ter clicado em "Create", pensava que tinha fechado a janela. É um sinal divino de que vos devo importunar mais um bocadinho.
Como não sei o que dizer, só vou digo que tenho uma azia que até me queima a língua, estou absolutamente certa de que vamos perder com a França amanhã (mas desejo ardentemente estar errada) e não sei o que vou fazer para o jantar. Contentes?
Há cada vez mais homens a não perceber nada de futebol. E eu acho-lhes mais piada do que se estivessem ternamente a brincar com uma criança. (Pum, lá foi um ovário!)
As mulheres riem-se de uma maneira irritante. Pelo menos as que trabalham à minha volta.

Noutros assuntos,

o que tenho a dizer aos meus fiéis leitores e a todos aqueles que esperam ler alguma coisa escrita por mim mais do que uma vez por semana (calados, os três, estou a falar!) é que entupi.
Literalmente. Deixei passar muito tempo (e muita preguiça) sobre uns posts em draft genuíno, já que escritos à pressa no único pedaço de papel disponível, no comboio a chegar ao Porto, e agora parece que não posso escrever nada antes de os publicar.
Para já, para já, ultrapassei este pequeno obstáculo, mas aviso já que os tão famosos posts podem vir em número ímpar inferior a três e aldrabados na data. Ficam avisados, que o tasco é meu e eu limpo o chão com a mezinha que eu quiser.

Os amendoins

puseram-me o estômago em pedra, muitíssimo bem coordenado com os nervos, o prolongamento do sofrimento, a coca-cola e o "levanta, senta, levanta, senta" próprio de quem já não aguenta mais adrenalina.
Ficou uma promessa por cumprir, será que azarei o de amanhã? Bebo já a p#rr@ da cerveja toda!

sábado, julho 01, 2006

Bá!

Prós nervos. Eu tenho amendoins.

sexta-feira, junho 30, 2006

O jogo de amanhã

Detesto esta ansiedade pré-jogo. Por agora ainda é só uma imensa vontade de os ver outra vez em campo, mas amanhã por esta hora (quase exactamente) vou estar uma pilha de agoiros e nervos. É o trauma de ter visto o Benfica perder com o Milão (não sei qual deles, ó irmão, ajuda aí!) em Viena, na Áustria.
Por isso sei que, por mais entusiasmante que seja ver um jogo num estádio, não perco muito em não ter conseguido ver um único jogo na Alemanha.

quarta-feira, junho 28, 2006

domingo, junho 25, 2006

Quase 48 horas

de ausência fazem-me olhá-lo mais atentamente, com mais gosto ainda, apreciar que ele é lindo e que o adoro. Será que faz mal gostar assim tanto de alguém?

O nino é lindo!

sexta-feira, junho 23, 2006

Santo António já se acabou,
O São Pedro está-se a acabar.
São João, São João, São João,
Dá cá um balão para eu brincar!

A ver se a mana e o cunhado compraram um balão para lançarmos logo à noite.

Nunca percebi esta música: o S. Pedro é o último dos Juninos.

quarta-feira, junho 21, 2006

Uma amiga querida

está agora mais bem acompanhada. Parabéns!

Mudou cá para cima, para ter a visibilidade que merece.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 24

Acabou. Ganhámos 2 a 1, caso haja para aí alguém distraído.
Eu sei que sou uma insatisfeita, mas o golo do México caiu-me mal. Foi o primeiro que sofremos neste Mundial.
E agora a Argentina, para nos derrotar.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 23

Segunda parte. Até daqui a 45 minutos.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 22

Intervalo.

Estou a tremer.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 21

Estamos a pagar a lesão do Rooney no Euro2004: as equipas com quem jogamos fartam-se de nos marcar faltas e de nos magoar.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 20

Agora, se me dão licença, vou ver o jogo.
Prognósticos, só no fim.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 19

Olha a segunda oportunidade do segundo golo do México. Olha, não!

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 18

Olha o segundo golo do México.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 17

A culpa é minha, estava distraída. (Isto de ver o jogo e escrever no blog, ler comentários e responder aos comentários, enquanto se faz um download legal é multi-tasking na sua melhor forma e difícil como tudo, que eu não posso dizer asneiras online.)

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 16

Quase, quase a escrever que o Ricardo é quem nos vale, o golo do México.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 16

GOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLLLLOOOOOOOOOOOOOOO!!!

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 15

Drip, drip. Pinga, pinga, Figuinho!

Pede-se ao engenheiro cá de casa que não leia estas linhas, por favor.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 14

A vingança do México é lesionar o Maniche. Cojones!

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 13

O Blogger já deita fumo... Cof, cof!

Da série "Mundial em directo"

A Angola continua sem marcar neste Mundial, já com 13 minutos de jogo.
Vamos lá, Palancas!

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 12

O Humberto Coelho tem uma pronúncia quase exagerada. Fecha mais a boca, homem!

Eu gosto do Humberto Coelho.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 11

Ok, irmão, podes respirar de alívio e esquecer a vergonha: o México '86 foi um Campeonato do Mundo, já sei.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 10

(10 é um belo número.)
Confessem, em termos de treinadores de bancada, I'm as good as they get!

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 9

Cuidado com eles, que além de terem um equipamento feio, jogam muito.

Gooooooooooolooo!!!!!!!!!!!!!!!!

Ah, ganda Maniche!! E ganda Simão!

Lindos meninos, lindos meninos!

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 8

O que nos vale é o Ricardo. A prova de que a beleza não é tudo.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 7

E pronto, ainda antes de chegar ao segundo minuto de jogo, o México quase marca. Fiem-se na virgem e não corram, pancões!

Vamos ser devorados pela Argentina e só somos aperitivo.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 6

Só me ocorre: México '86, México '86.

Nem sequer sei que competição/evento era, baita ignorância!

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 5

O Figo é giro. Os mexicanos não.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 4

Olha, parece que não. Para o México é a frijoles! Ainda têm de se qualificar. Fracos!

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 3

Este jogo é a feijões. (Ou não.)

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 2

O hino mexicano é feio. Mas não mais do que aquelas mãos em jeito de saudação militar junto ao coração.

Da série "Jogo de Portugal em Directo"

O Scolari (afinal) canta o nosso hino.

terça-feira, junho 20, 2006

Batatas fritas

Um hamburguer com tomate a sério e pickles, muitos pickles.
Crumble de Framboesas com gelado.
Crepes, muitos, muitos crepes. De compota, de chocolate, de gelado.
Mas, acima de tudo, batatas fritas (com maionese ou ketchup).

E não te preocupes, ó companheira de dieta, isto são só desejos, não são concretizações.

Prevejo

muitos acidentes rodoviários, já a partir da próxima quinta-feira. Só para não dizerem que não avisei.

sábado, junho 17, 2006

O Mundial

é um campeonato triste, porque em vez de as coisas se decidirem pela continuação, decidem-se na eliminação. Só estamos felizes até pararmos de competir. Mesmo que vamos à final e ganhemos, será que vamos ficar felizes, quando tudo tiver acabado? Porque, caso não estejam atentos, aí acabou-se.
Não quer dizer que eu não goste.

quinta-feira, junho 15, 2006

Chove

como há muitos verões atrás, um em específico em que, no meu dia de anos, a trovoada era tanta que ficámos sem luz na aldeia da minha Mãe, onde eu passava férias.
O resto da família apareceu, quase disassociada, como sempre a sentia nessas férias na casa da Avó, com prendas e bolos. "Os Olhos de Ana Marta" e uma sensação melancólica de Outono implacável. Nunca gostei do Outono por causa disso. Era sempre a estação que levava tudo, acabava o Verão, as férias, os amigos.
Não me lembro de como li o livro sem luz, é provável que tenha sido uma falha temporária.

Houve outro ano em que uma trovoada nos deixou sem luz durante dois dias e meio. Foi quase como a anedota, tivémos de ordenhar as vacas à mão. (Mas ao menos havia palha para elas comerem!)
Os beijinhos eram mais fáceis de roubar às escuras.


A anedota é aquela do homem que tinha uma cabeça tão grande, tão grande, mas tão grande, que quando quis fazer um chapéu de palha, as vacas tiveram de comer pão com chocolate durante um ano.

terça-feira, junho 13, 2006

Tomai lá

já que eu não posso.

Areado (Crumble) de Framboesas

500g de Framboesas (ou outros frutos vermelhos; aconselho morangos, cerejas e amoras)
160g de Açúcar
300g de Farinha
160g de Margarina Vaqueiro (ou manteiga mesmo, que sabe melhor)

Lavai as framboesas (ou outros frutos) com juízo e secai com papel absorvente. Se congelados, não vos raleis: saltai a parte da secagem e ponde assim mesmo.
Colocai num tabuleiro redondo ou rectangular com os bordos altos.
Dentro de uma tijela, misturai o açúcar e a farinha. Juntai depois a margarina cortada em cubinhos e misturai com os dedos até ligar com a farinha. Cobri os frutos com uma camada de cerca de 1cm dessa massa. Cobri com a massa toda, andai, que é a mesma coisa, ora agora a medir alturas de massa, nunca mais era sábado...
Cozei no forno durante 20 minutos. Não me pergunteis a temperatura, que eu também não sei. Aí a meio, nem muito quente, nem muito frio.
Quando a crosta estiver dourada (é dourada, não é castanha), retirai o areado do forno e deixai arrefecer, aí uns quinze minutos ou até não poderdes mais.
Servi morno com um pouco de natas, diz a minha irmã, servi com uma bela bola de gelado, digo eu.
Lambuzai-vos, lambuzai-vos, que engorda, mas sempre é da maneira que comeis fruta.


Coitados dos antigos, que tinham de falar assim. Detesto especialmente os verbos irregulares, em que o imperativo se confunde com a primeira pessoa do pretérito perfeito.

Devia haver uma lei

que proibisse que gente como eu tivesse um blog. Eu devia ter um puzzle e ir calar-me para longe.
Ou escrever em tabelas, como o meu vizinho. Silogismo, silogismo, silogismo.

Ao proprietário do tasco montado no pátio da Rua de S. Tomé

Olhe que nós comemos aí um chouricinho que sabia a pato, bebemos duas imperiais sem nome e abusámos do pão.
Para o ano, prometemos não pagar também as sardinhas e a sangria, está bem?

Não tenho manjerico

Não gosto de cerveja.
Jantei pizza e crepes chineses/vietnamitas (no tempero).
Comi duas sardinhas, mas esqueci a salada (três euros e meio por uma salada!!).
Não dancei nos bailes, que ele tem pé de chumbo.
Não gosto das marchas, só dos que marchavam.
Sei o hino, mas não tenho bandeira.
Pergunta: Ainda posso gostar do Santo António ou é só p'rós da terra?

Ocorreu-me agora

É suposto vocês entenderem o que eu escrevo?
Não se macem!

O Santo

é casamenteiro. De seis, só se salva uma, sonhadora, não necessariamente nestas combinações.
Três euros e meio por uma salada!
A parvoíce é uma coisa muita gira de se observar, ao longe, mesmo quando vai de carro.
Os filhos impedem as pipocas e o sexo (?).
Escuteiros, roubadeiros.
As indicações são como os crepes, saiem-nos bem.
Os amigos que são amigos riem-se nas nossas gorduras e ficam contentes por nos ver. Os outros, dormem cá em casa. (Brincadeirinha!)
Se te esqueces das adições, esqueces-te do mais importante. Adição é mais. (Às vezes, a subtracção é inevitável.)
Olha lá, aquele não é o Edmundo?

Tarde e a más horas (e aldrabado),

mas é para uma amiga que merece. O quê, não sei, mas de certeza que ela estava a pedi-las.

As almôôôôôndegas
em cima do espargueeeeeeeeeeeeeeete!


Parabéns!! Que possas continuar a fazer anos longe de nós, que é a tua sorte!

quinta-feira, junho 08, 2006

Quando arrendámos a nossa casa, a "cozinha equipada" não tinha frigorífico. Rendidos às evidências e munidos de pensamentos poupadinhos, fomos à procura de um, ainda antes de termos assinado o contrato.
No dia de assinar o contrato eu estava em Viana do Castelo e portanto foi ele que tratou de tudo. Foi no dia em que nasceu a nossa sobrinha, mais ou menos à hora que ele assinava uma data de folhas e que ouvia a que deve ser a frase com a lógica mais retorcida que alguma vez ouviu (ou eu).
Afinal, havia um frigorífico. E eis o modo como o senhorio justificou a ausência do electrodoméstico. "Ah, o frigorífico vai para lá na Segunda. É que, sabe, o inquilino anterior era homossexual, e pelo sim pelo não... eu mandei-o limpar todo por dentro".

Não contente com a limpeza, na Segunda-feira seguinte o que tínhamos em casa era um frigorífico novo, cortesia do senhorio homofóbico.

quarta-feira, junho 07, 2006

As coisas que me ocorrem

diariamente (ou melhor, a cada segundo do dia) davam para encher três blogs. E também davam para chocar muita gente, que eu cá gosto de ser polémica.
É por isso que é muito bom não padecer de falta de Super-ego.

Já se nota, já se nota

Muita fruta, muitas saladas, muito juízo.

Parece promessa para o Mundial... Deve ser mais fácil rapar o cabelo.

segunda-feira, junho 05, 2006

Quando duas faladoras se juntam,

das duas três, ou falam em ligeiro atropelo constante, mudando de assunto vertiginosamente e falando de tudo um pouco, ou falam, falam, falam até uma delas ter de apanhar o comboio, aí uma hora, mais coisa ou menos.
Ou tudo isto em simultâneo.

Gostei muito!


E sim, eu fui ao casamento dela. Estava só a ver se te baralhava.

Agora a sério, não fui nada. A sério, não fui. Pergunta-lhe, vais ver que não fui.

domingo, junho 04, 2006

Os meus Pais

lêem o meu blog. Quero dizer, os meus Pais lêem o meu blog. Percebem? Os meus Pais lêem o meu blog.
Ou melhor, os meus Pais lêem o meu blog. Não, a verdade é que os meus Pais lêem o meu blog.
Está tudo dito.
Os meus Pais lêem o meu blog.

sábado, junho 03, 2006

Amolador

Mais de 70cm de lâmina, cinco facas ao todo. Dez euros e vinte minutos depois, estão todas aguçadinhas (afiadinhas?) e prontas a cortar melhor que nunca.
Até vir para Lisboa, nunca tinha visto um amolador. Era uma daquelas personagens, como as peixeiras ambulantes, de que me falavam como já tendo desaparecido há muito tempo atrás, antes de eu nascer.
Peixeiras só via em Viana, de vez em quando, na Manuel Espregueira (embora tenha a certeza de que as há pela cidade toda, não são exclusivas da Lota). Mas só as via no Verão, durante as férias.
Aqui na rua passam vários amoladores, em dias diferentes. Uns de que gosto mais, outros menos. Acho que nunca agucei as facas com a mesma pessoa, as preferências prendem-se apenas com factores monetários. (Sou uma forreta.)
O meu sonho é ser talhante.

sexta-feira, junho 02, 2006

Porque me apetece,

porque gosto mais de escrever do que de não escrever, porque isto está um bocadinho vazio, porque é quase, quase fim-de-semana, porque amanhã é sábado, porque me parece um bom prólogo para um carioca, porque o blog é meu e quem manda sou eu. Tomem lá mais um post em que não digo nada. (Estou a ficar mestre.)

A censura

é uma coisa muito feia. (E chata.)

quinta-feira, junho 01, 2006

Quando tivermos filhos,

tu vais ser o paciente, o calmo, o que não eleva a voz. Eu vou ser a stressada, a rígida, a que grita com facilidade.
Mas também vou ser a que dá colos, faz mimos e "deseduca". Tu vais ser o preciso, o rigoroso com horários e rotinas, o exigente.
Eu vou ensiná-los a fazer bolos e a brincar na água quando estiver calor. Tu vais levá-los a acampar, ensiná-los a montar a tenda e a fazer uma fogueira com pedras à volta e vão assar pão e tocar viola.
Estou ansiosa para que cheguem.

São só crianças

ainda que invisíveis. Mas vêem-se e custa muito.
O pior é que passa e depois o que se faz com elas?
Esquecem-se, quando as lágrimas que correram pela minha cara ainda cá estão, secas, salgadas? "Era só um filme", como dizia a minha Mãe quando as minhas irmãs viam filmes de terror?
Ainda não sei o que é suposto fazer com o que vi, o que senti. Mas sei que o que posso fazer é pouco, insuficiente, quase utópico. Não vale como razão para não fazer nada.
São só crianças e é só isso que querem ser. O Tanza, a Bilú, a Cat e o Ciro. Há mais como eles, muitas, muitas mais. Mas eu só tenho um colo, que está muito vazio. Vou ver se o encho de alguém.

quarta-feira, maio 31, 2006

Alguém me explica, s. f. f.?

Porque é que as mulheres com mais de 40 anos, quando páram para deixar as amigas, ficam sempre a conversar dentro do carro com o motor ligado? Respostas possíveis:
a) Não sabem o preço actual dos combustíveis;
b) Sabem o preço dos combustíveis, mas é ele que paga;
c) Sabem o preço dos combustíveis e são elas que pagam, mas em vez de pouparem uns trocos para depois gastarem sem andar a pedir créditos atrás de créditos, não, ficam-se na rua a conversar, porque as palavras são como as cerejas e vêm umas atrás das outras e isto não há bicho mais faladeiro que a mulher, eu que o diga, que me estão sempre a mandar calar, ai mulher, tu falas tanto que gastas as palavras, ou, respira, o que me ofende imenso, mas é verdade, só que eu ao menos, em minha defesa o digo, não fico dentro do carro porque para já não tenho, mas mesmo que tivesse não ficava lá dentro a conversar com ele ligado e parado, que eu além de poupar nos combustíveis por razões financeiras, também tenho razões ecológicas e vocês não vêem, são como as cerejas, lá vem uma, e mais uma e outra e mais uma e já está.

Sensibilidades

"Ó Stôra, depois não se esqueça de dizer alguma coisa quando nascer a criança!"

ouviste alguma destas?

terça-feira, maio 30, 2006

Blogo pois!

Obrigada pelos comentários. ;)

sábado, maio 27, 2006

Um ano

de blog. Não blogo mais. Ou blogo? Blogo. Não, se calhar não. Mas depois sinto a falta dele. Mas não blogo. Blogo sim, claro que blogo. Blogo, blogo, blogo, blogo, blogo. Não blogo, não blogo. Blogo. Sei lá!

sexta-feira, maio 26, 2006

24,6

A caminho dos 21,1?

Fui v'sitar

a minha tia a Marrocos
Fui v'sitar a minha tia a Marrocos
Fui v'sitar a minha tia
Fui v'sitar a minha tia
Fui v'sitar a minha tia a Marrocos

quinta-feira, maio 25, 2006

A nossa casa

é muito pequena, acho que já o tinha dito. Mas tem as suas vantagens.
Eu espirro no quarto, com ambas as portas do corredor encostadas, e ele ouve-me na sala.
Ele diz "Santinha" na sala, com ambas as portas do corredor encostadas, e eu ouço no quarto. Eu agradeço e vou dormir.

Pior

do que não ter nada para escrever, ou inspiração nenhuma, é esquecer-me do que tinha para dizer. Acontece-me amiúde. Ou a miúda, que era o que eu pensava que queria dizer a música dos Xutos.
Ora aqui está uma pérola da minha infância (só comparável com certos termos de futebol, a que um dia voltarei).
Para mim, o interesse de ir de Lisboa a Bragança era ir lá ver a miúda, como parte da música explica, e não levá-la também. Mas era isso que eu ouvia, "Queria ter um avião, para lá ir mais a miúda".
Enfim. Chamem-me nomes.

quarta-feira, maio 24, 2006

Gostos

Crumble de frutos vermelhos para sobremesa. Framboesas, amoras e mirtilos.
Reacção dele: "Por mim, nem lhe punhas fruta!"

Esta semana

não há filmes de graça. (Diz-se que nunca há filmes/almoços de graça, mas é mentira.)
Depois do "Inocência", a semana passada tive a sorte de ir ver outro filme francês, desta feita, de um grande senhor do cinema mundial, Claude Chabrol. O filme era "A comédia do poder" ou "L'ivresse du pouvoir", como era designado por toda a gente à minha volta, ou não estivesse eu no Instituto Franco-Português.
As semanas são mais chatas quando não há perspectivas de um cineminha à borliú.

terça-feira, maio 23, 2006

Correcção

O post ali de baixo? Era só para ver se estavam atentos!

A quatro dias de acabar

este blog está quase morto.

sexta-feira, maio 19, 2006

Nova profissão

Crítica de cinema no Público, ainda que a feijões.

A Cidade Radioactiva


Cliquem na imagem para ver melhor

Ora vejam

os vídeos que este rapaz descobre.

quinta-feira, maio 18, 2006

Casado, 1 filho

Desconhecia a trama e teoria principal do tão aclamado livro que hoje estreia como filme e que, confesso, não me vou dar ao trabalho de ler (ou ver).
Hoje de manhã, na Antena1, durante a entrevista (desnecessária) ao não-sei-quantinhos de não sei-que-função de Lisboa, descubro que Jesus pode ter casado com a Maria Madalena e tido com ela um filho.
Pois, é só uma teoria e não é original, mas ainda assim, e depois de ver parcialmente a Paixão de Cristo, na Páscoa, reconforta-me saber que antes de ser massacrado até à morte, foi feliz.
Mas eu sou uma descrente*, não vão por mim.


*Post "Do Cardio-Fitness para o Convento"

Sonhos de Fim-de-semana

No Sábado de manhã, o mercado. Fruta fresca, tomates maduros, demais legumes e coisas boas. Talvez vá espreitar este. Encontramo-nos ?
A visita à loja do ano, uma descoberta tardia, segredo mal guardado que não vou revelar.
O ginásio. Será desta?
Um encontro com a Selecção? Talvez. (De futebol falo depois.)

No Domingo, uma caminhada, ainda sem destino marcado.
Descanso e bons tratos.

Ódios estimados

A União Europeia.

quarta-feira, maio 17, 2006

Há emails

que não passavam na censura, mesmo que tentassem.

Trabalho/Conhaque

A Eikos fica no Dubai. No Dubai, no Dubai!

segunda-feira, maio 15, 2006

De pessoas estranhas

Agora o meu entretém é verificar uma base de dados. Mais os dados do que a base.
É um trabalho por vezes imediato, por vezes moroso, entediante, sem ritmo e com o seu quê de quebra-cabeças. Eu estou a adorar.
Kill me now.

Primavera

sexta-feira, maio 12, 2006

Fim-de-semana

De corpo mole e cérebro desligado, olho pela janela à esquerda da sala e vejo as nuvens, bucólicas, a passar no cenário campestre que me rodeia.

Ainda bem que é fim-de-semana, que já não posso com esta vista!

Orgulho ferido

Eu se calhar não me expliquei bem, mas passo a fazê-lo.
Eu sou das poucas pessoas, creio, que põe protector solar de factor adequado, quando não mais elevado, ao seu tipo de pele (branca, branca). Eu tenho, incusivamente, um protector (ou tento ter) de factor 60+, por causa de uma mancha malandra no peito - e aplico-o!
Quando vou para a praia, ponho o protector ainda em casa (como vem recomendado nas embalagens, ora reparem).
Eu nunca apanho escaldões, passo épocas balneares inteiras sem um vermelhão. Também as passo branca como a cal, já que devo ter estourado com o capital solar aí aos 13 anos.
Este ano, por mera distracção (mania que ainda é Inverno!), já apanhei dois escaldões na cara. Nada doloroso, mas muito vermelho.
Nunca gostei daquela máxima de não pôr protector "porque se fica moreno mais depressa". Fico horrorizada com os escaldões que vejo e, infelizmente, com estes que apanhei.
E sei, acima de tudo, que um bronzeado não se consegue à força do escaldão. Pelo menos, no meu caso de alvura extrema.
Se falei do aspecto que tenho é exactamente porque não esperava sequer ficar morena ou com uma cor diferente, agora suja é que não!
E está respondido, querida Dulce. :)

quinta-feira, maio 11, 2006

Tons de pele

No fim-de-semana passado, em Portalegre (e o relato fica para mais tarde, que mete recordações do liceu e sanitas partidas), apanhei um escaldão na cara. Esqueci-me que já é quase Verão e que quando se pretende ficar a tarde toda de cara para o sol, à espera de ciclistas, é melhor pôr protector.
Passei o fim-de-semana de nariz vermelho, qual Zé Povinho, e o início da semana a tentar disfarçar o ar de embriagada.
Agora que o pior já passou, pareço suja. O nariz mais escuro, que foi o mais afectado, e o resto da cara com ar sujo. Sujo.
Ou já não estou habituada a estar morena ou tenho a cara suja.
Sem comentários.

quarta-feira, maio 10, 2006

E agora

vou lavar o cabelo, que esta conversa de piolhos encheu-me de comichões.

Um gajo

com piolhos atropela um surdo. Porque só mesmo um gajo muito porco, que ainda tem piolhos no fim da adolescência é que atropela, of all people, um surdo.
Agora digam que o CSI não é verosímil!

100 juízo

Eu cá sei quem vai adorar, amar este teste, sei, sei. Mas não digo.
Toma , que eu sou um coraçãozinho de manteiga, não desfazendo.

*Via 100nada, que eu sozinha não sei fazer links no título.

Selos ou parecê-los?

Ora eu cá sempre achei isso dos selos uma grande seca, to say the least. Que raio de actividade lambedora, sinceramente. Um bocadinho abichanado, ó meus amigos.
E aqui está uma mão cheia de boas razões para concordarem comigo.
Há situações em que mais vale parecê-los!


(Agora que o meu cérebro passou a funcionar na sua capacidade normal, aí uns 10%, lembrei-me que tenho rádio no telemóvel - a tecnologia é espantástica - e lá trouxe o auricular para ouvir uma musiquinha no comboio. Não é preciso dizer que as notícias de todas as rádios que sintonizei estavam hoje muito filatélicas, pois não?)

Soluções

Ontem arrumei a secretária, que estava povoada de papéis que aqui vou largando todos os dias, demasiado cansada para decidir o que fazer com eles, apenas com força suficiente para esvaziar a carteira (ah pois, senão haviam de ver o caos que era a dita).
Confesso que foi uma arrumação muito superficial, porque só separei papéis importantes dos que podiam ir para a reciclagem/lixo (incluo neste último os recibos térmicos - já ficais a saber como se faz -, os post-its e os envelopes de janela, que ainda não me habituei a arrancar o plastiquinho) e nem sequer arquivei os que o deviam ter sido. (Azar, logo à noite há mais.)
Mas já ajuda!
Hoje levantei-me cedo (ou melhor, a horas, que esta semana já foi invadida pelo bichinho do "Deixa-me dormir mais cinco minutos") porque precisava de ir importunar uma senhora ao Hospital da Cuf, mas deu-me a preguiça. (É, portanto, pouco mal e bem gemido.)
Aproveitei mas é para ficar aqui no pc (que saudades que tinha dele, já nem sabia bem escrever neste teclado), ver mails e blogs, que o meu combo pc+internet é bem melhor que o do trabalho, olá se é!
Agora tenho 3 minutos para sair de casa.

Bom dia e até logo!

terça-feira, maio 09, 2006

Psst!

É só para dizer que lá mais para baixo há um post que ficou perdido na semana passada. Sorry about that!

Descanso

O jantar está feito (é batota, que são os restos de ontem), só falta fazer a salada, já lavada.
Fui às compras hoje, porque amanhã tenho menos tempo, e já sei o que vou cozinhar amanhã (ele ajuda, que tem imenso jeito para tortas de ovos).
Desisto da ideia de lavar o cabelo (eu sei, porquita) e aqui estou, futilmente, a ver a Oprah, porque exige pouco trabalho cerebral e entretém, que eu adoro saber das dívidas dos outros. (Má, má, és má!)

Regalem-se lá com os três (três!!) posts de hoje, que eu já andava com sentimentos de culpa por negligenciar o blog.

Eles vêm

ter comigo e dizem coisas como "Olá, chamo-me António e tenho um excelente nível de Francês" ou "O meu nome é Rita e tenho três cursos superiores", ou ainda "Sou o Bruno e dou aulas há mais de vinte anos", mas nunca têm cara, ou têm, mas não interessa.
Não sou eu que os chamo, eles aparecem do nada, como estranhos que me abordam no meio da rua, mas sucedem-se, parece que se põem numa fila invísivel, apertam-me a mão e sorriem, dizem uma frase e vão-se.
Pelo meio, há uns que têm óculos e cabelos escuros e uma vassoura na mão e perseguem alguém muito feio, apanham pedras e gritam em inglês britânico.

Concluindo: os meus sonhos estão povoados do trabalho que faço todos os dias e das leituras que me ocupam no comboio.

Uma queixinhas é uma queixinhas é uma queixinhas

Fartinha, fartinha de auto-comiserações, só venho cá dizer que a razão pela qual não tenho aparecido é estar morta de cansaço. Ponto final, parágrafo.
À medida que me vou instalando na minha nova vida, vou tendo mais disponibilidade mental para escrever. (É preciso ver que eu passava o dia inteiro sem fazer nenhum, ó gentes!)

Agradecida pela compreensão,

atenciosamente me subscrevo.

A Direcção do Isto é de Joana

sexta-feira, maio 05, 2006

Semana emotiva ou estou a dar em doida

Em pesquisa de informações universitárias (para o trabalho, para o trabalho!), abro o site da UTAD. Não resisto e vejo o mapa do Campus. Vêm-me as lágrimas à ideia (aos olhos não, que parece mal), de saudades.
As memórias à distância são sempre cor-de-rosa.

Dia 3

Ao fim do segundo dia, parecia que já tinha passado uma semana. Ao fim do terceiro e a caminho do fim da primeira semana de trabalho, parece um mês. Como já sei como são as coisas, daqui para a frente o tempo inverte-se, as semanas passam a correr e, de repente, já lá foram uns meses, no que pareceu ser meia dúzia de dias.
O horário "Nestum", como diz uma amiga minha, é que não presta para nada...

E agora vou dormir, que a hora da caminha chega sempre depressa demais.

quinta-feira, maio 04, 2006

Dia 2

Parece que me bateram. O relógio biológico ainda não se acertou com o que toca de manhã às 7h, e não ajuda eu não ir dormir a horas decentes.
Quanto ao trabalho, hoje foi claramente o dia 2. (E para todos os que se possam ter preocupado com o post de ontem, don't. Comigo é mesmo assim e, tipicamente, passa depressa. Suponho que o primeiro dia a doer me traga uma perspectiva mais fresca para os restantes. Por comparação, os outros dias começam logo melhor.)

Devagar se vai ao longe e deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer, que eu só tenho um metro e sessenta.

terça-feira, maio 02, 2006

Dia 1

O lado mau: Foi um péssimo dia, como todos os (meus) primeiros dias de trabalho.

O lado bom: Foi um péssimo dia, como todos os (meus) primeiros dias de trabalho.

Primeiras impressões não há, que a impressora esteve todo o dia de mau humor, mesmo à minha frente.

No dia do Trabalhador

sofre-se por antecipação o dia de trabalho de amanhã.
(Ai, canerbos*!)

*Devidamente roubado.