Acho que sou uma campónia. No melhor e no pior sentido do termo, como queiram.
A cidade continua a causar-me espanto e confusão.
Os carros a meio da noite, as ambulâncias com as sirenes ligadas, a polícia em marcha de urgência.
O alcatrão a fazer uma cidade de brincar como aquela que tínhamos quando éramos pequenos, com passeios e curvas e mini-postes de luz.
Esta sensação intensifica-se quando, como ontem à noite, apanho obras nas ruas, o trânsito cortado (e eu sem saber muito bem o que fazer à minha vida porque já não conheço o Porto e confio, desde há mais ou menos um ano, nos caminhos sempre iguais que consegui entretanto aprender) e aquela máquina engraçada de rolo à frente e rolo atrás a nivelar o tapete de alcatrão acabadinho de assentar na faixa ao lado da minha.
Bote-me cá uma pra fazer os meus crepes!
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quinta-feira, dezembro 11, 2008
sexta-feira, dezembro 05, 2008
Divine
Correndo o risco de ser acusada de coisas esquisitas na cabeça por gostar tanto desta música
Com papel químico.
ou de começar para aí trends de votações sobre músicas, tenho de dizer isto.
O Freddy era genial, mas com o Bowie,
com o Bowie é simply divine.
Talvez explique porque tenho acordado todos os dias a trautear músicas dos Queen. Ou não.
Com papel químico.
sexta-feira, novembro 28, 2008
domingo, novembro 23, 2008
Dos números
É muito bonito, isso tudo que tu dizes,
mas eu sempre ouvi dizer que um banco de três pernas equidistantes é mais resistente do que um de quatro.
E até sei quem é o elo mais fraco, adeus.
S(t)eriado
mas eu sempre ouvi dizer que um banco de três pernas equidistantes é mais resistente do que um de quatro.
E até sei quem é o elo mais fraco, adeus.
S(t)eriado
sábado, novembro 22, 2008
quinta-feira, novembro 20, 2008
Lá em baixo ainda anda gente
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