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domingo, fevereiro 05, 2012
segunda-feira, março 14, 2011
A beleza das listas é o check
Estamos em Março e já posso riscar 3 items da lista:
Exame - feito
Viagem - marcada
Concerto - bilhete comprado
E sai mais uma viagem, em Maio.
quinta-feira, janeiro 06, 2011
Ano do Futuro
2011 é um ano futurista. Verdadeiramente espantada durante os primeiros segundos do dia 1 por não ver carros voadores na rua, rapidamente percebi que nada muda. Vai mudando. Vai-se vivendo todos os dias, quando toca o despertador e apetece atirá-lo contra a parede, e quando se aproxima a hora de saída do trabalho. Ando a viver em installments, portanto.
Resoluções, zero - deixei-me disso aos 7 anos. Pelo vistos, não sou a única a não exigir demasiado de mim própria no pior mês do ano.
Planos, só três (imediatos): um exame, uma viagem, um concerto. Ah, e arrumar o meu quarto no fim-de-semana. Baby steps, portanto.
Bom Ano!
sábado, janeiro 02, 2010
domingo, setembro 20, 2009
Setembro no Jardim Botânico
O ano começa em Setembro. A vida renasce em Setembro e a árvore japonesa que vi no Jardim Botânico ontem de manhã dizia isso mesmo. Entre o verde das árvores que desconheço mais profundamente do que pensava, senti que a vida recomeça sem ter acabado, não há tábuas rasas e isso é melhor, muito melhor do que pior.
Para a semana volto lá para ver só as árvores, tirar fotografias e cumprimentar a japonesa a quem já esqueci o nome. Descobri o Jardim Botânico do Porto. (E mais, muito mais.)
sexta-feira, janeiro 02, 2009
2009
Tem tudo para ser um grande ano. Basta que seja um ano diferente de 2008, pelo menos dos últimos dias de 2008. Claro que isto não é nenhuma lei da física, é diferente, logo, é melhor.
Mas para já fico-me pela diferença.
Um ano que foi maior que os seus 12 meses acabou de forma algo negra.
Parece que todas as desgraças se concentraram nos últimos dias de Dezembro, assim a ver se chateavam menos.
A saber: dia 24 recebo a notícia de que a cunhada do meu padrinho está a morrer.
No dia seguinte, de manhã, o susto do irresponsável da família.
No domingo, dia 28, o meu avô é trazido para o Porto por ter piorado.
Passo essa madrugada a vomitar por causa da intoxicação alimentar que correu mais do que uma mesa do restaurante culpado.
Na segunda à tarde, a notícia final de que a Graça tinha morrido.
E, sem dia definido, mas a marcar o fim de 2008, a promessa do que podia ter sido e não foi.
Ou como às vezes tudo parece encaixar e ficamos tão felizes, só para depois se desmoronar como um puzzle de peças danificadas.
quinta-feira, janeiro 01, 2009
(intoxicações) Mal(imentar)es que vêm por bem
Entro em 2009 sem fumar.
Às vezes apetece-me, mas fico enjoada só de pensar nisso.
Quando me apetece muito e não fico enjoada, arrisco.
Invariavelmente, fico enjoada ainda antes de acabar o cigarro.
Aprendi a beber chá com pouco açúcar, as coisas demasiado doces enjoam-me.
Tudo tem um sabor forte, exquisite.
O jantar de ontem foi batatas cozidas com cenouras, brócolos e pescadinhas. Um fio de azeite, três gotas de limão e eu estava no céu.
E sim, foi intoxicação alimentar. Tão cedo não toco em queijo da serra (escrevê-lo enjoa-me), mas afinal ele não era o culpado.
Num jantar de 18 pessoas, só duas não ficaram doentes - os balentes!
Houve estadias no hospital e febres altas. Eu fiquei-me por aqui, que já sei do que a casa gasta.
Às vezes apetece-me, mas fico enjoada só de pensar nisso.
Quando me apetece muito e não fico enjoada, arrisco.
Invariavelmente, fico enjoada ainda antes de acabar o cigarro.
Aprendi a beber chá com pouco açúcar, as coisas demasiado doces enjoam-me.
Tudo tem um sabor forte, exquisite.
O jantar de ontem foi batatas cozidas com cenouras, brócolos e pescadinhas. Um fio de azeite, três gotas de limão e eu estava no céu.
E sim, foi intoxicação alimentar. Tão cedo não toco em queijo da serra (escrevê-lo enjoa-me), mas afinal ele não era o culpado.
Num jantar de 18 pessoas, só duas não ficaram doentes - os balentes!
Houve estadias no hospital e febres altas. Eu fiquei-me por aqui, que já sei do que a casa gasta.
2008
365 dias de um ano em perfeito estado e no 366º (eu sei dizer isto, e vocês?), que este ano foi bissexto, enchem-no de velho.
Deve ser assim como as placentas das grávidas. 30 e muitas semanas em perfeito funcionamento e depois, porque convém aos médicos ou porque cada vez mais as pessoas são mais burras, chega-se à 38ª ou 39ª semana e ai, jesus, que a placenta está velha.
Estávamos fartos de 2008? Pois claro.
Estamos esperançosos que 2009 seja um ano melhor? Com certeza.
Só não vejo motivo para maltratar o ano.
O meu avô tem 94 anos e não os fez ontem, não os ganhou de um dia para o outro. Só quem não estava atento não reparou.
Continuo a achar a passagem de ano a coisa mais disparatada que existe, pior ainda do que o Natal.
Ai, gosto tanto de toda a gente do mundo (do Bin Laden também? e do Sócrates?), desejo tantas coisas boas a todos, vamos ser tão felizes, ai, ai, come as passas, pede os desejos, e pronto, é isto.
Faz-me sempre lembrar a primeira passagem de ano de que tenho noção, teria eu talvez 6 anos, todos na Cerâmica, no salão de festas, muita correria e brincadeira e de repente pára tudo que se vai passar o ano.
E a minha indignação, olha que treta, eu estava a brincar!, mas tive de alinhar que todos os meus amigos de brincadeira, incluindo o meu irmão, estavam concentradíssimos nas badaladas e tentavam, ao mesmo tempo, explicar-me a importância do que estava prestes a acontecer.
E eu à espera de uma grande coisa, mudança de sei lá o quê, do ar, das pessoas, do mundo lá fora, e nada. "É isto?", acho que ainda perguntei.
Se não perguntei, devia ter perguntado.
Is that all there is?
Deve ser assim como as placentas das grávidas. 30 e muitas semanas em perfeito funcionamento e depois, porque convém aos médicos ou porque cada vez mais as pessoas são mais burras, chega-se à 38ª ou 39ª semana e ai, jesus, que a placenta está velha.
Estávamos fartos de 2008? Pois claro.
Estamos esperançosos que 2009 seja um ano melhor? Com certeza.
Só não vejo motivo para maltratar o ano.
O meu avô tem 94 anos e não os fez ontem, não os ganhou de um dia para o outro. Só quem não estava atento não reparou.
Continuo a achar a passagem de ano a coisa mais disparatada que existe, pior ainda do que o Natal.
Ai, gosto tanto de toda a gente do mundo (do Bin Laden também? e do Sócrates?), desejo tantas coisas boas a todos, vamos ser tão felizes, ai, ai, come as passas, pede os desejos, e pronto, é isto.
Faz-me sempre lembrar a primeira passagem de ano de que tenho noção, teria eu talvez 6 anos, todos na Cerâmica, no salão de festas, muita correria e brincadeira e de repente pára tudo que se vai passar o ano.
E a minha indignação, olha que treta, eu estava a brincar!, mas tive de alinhar que todos os meus amigos de brincadeira, incluindo o meu irmão, estavam concentradíssimos nas badaladas e tentavam, ao mesmo tempo, explicar-me a importância do que estava prestes a acontecer.
E eu à espera de uma grande coisa, mudança de sei lá o quê, do ar, das pessoas, do mundo lá fora, e nada. "É isto?", acho que ainda perguntei.
Se não perguntei, devia ter perguntado.
Is that all there is?
domingo, dezembro 28, 2008
Ano ímpar
Nunca gostei de números ímpares, vá-se lá bem saber porquê, mas pode ser porque sou uma esquisitinha que atribui características afectivas a quase tudo o que é inanimado, até às meias, que eu sei bem quais gosto de usar e quais só uso quando não há outras, cuecas idem.
O número 9 foi sempre um dos meus despreferidos e lembro-me de em Tróia fazer 9 anos e detestar, Que idade tens? e eu Nove, e até me encolhia por dentro, idade mais feia.
Este ano acaba em 9 e ou estourei a pipoca de vez ou estou diferente, porque gosto do número.
Gosto de dizer 2009, parece futurista mas totalmente alcançável, uma mudança fresca, um número ímpar forte e rebelde.
Enquanto aprecio os últimos dias de Dezembro, penso no que quero fazer para o ano.
2009. Venha ele.
O número 9 foi sempre um dos meus despreferidos e lembro-me de em Tróia fazer 9 anos e detestar, Que idade tens? e eu Nove, e até me encolhia por dentro, idade mais feia.
Este ano acaba em 9 e ou estourei a pipoca de vez ou estou diferente, porque gosto do número.
Gosto de dizer 2009, parece futurista mas totalmente alcançável, uma mudança fresca, um número ímpar forte e rebelde.
Enquanto aprecio os últimos dias de Dezembro, penso no que quero fazer para o ano.
2009. Venha ele.
sexta-feira, dezembro 26, 2008
Ufa!
Acabou-se o Natal.
Agora as coisas voltam ao normal até à próxima quarta-feira, segundo dia mais deprimente do ano: passagem de ano.
Este ano, ao contrário do que passou, não estou desesperada por me ver num novo ano.
Entro no novo ano mais crescida, ainda que mais magra, mais realizada e com mais esperança no futuro.
Cheia de planos e projectos, como convém.
Resoluções? Não tenho.
Venha o que vier, já sei que aguento tudo. Ou tenho de aguentar, que hoje em dia já não se morre de desgosto.
segunda-feira, janeiro 07, 2008
Também ao quarto dia do ano,
muita gente na rua à noite.
Estranho. Depois lembro-me da lei.
É uma excelente desculpa para ir lá para fora, como diz a minha filha.
Estranho. Depois lembro-me da lei.
É uma excelente desculpa para ir lá para fora, como diz a minha filha.
Ao quarto dia do ano,
cinema.
A Julia Roberts de volta com uma pronúncia estranha, suponho que os texanos sejam todos estranhos.
O Tom Hanks no seu melhor Newman. Elogio ao primeiro, insulto ao segundo?
In a nutshell:
"These things happened. They were glorious and they changed the world... and then we fucked up the endgame."
See here.
A Julia Roberts de volta com uma pronúncia estranha, suponho que os texanos sejam todos estranhos.
O Tom Hanks no seu melhor Newman. Elogio ao primeiro, insulto ao segundo?
In a nutshell:
"These things happened. They were glorious and they changed the world... and then we fucked up the endgame."
See here.
quarta-feira, janeiro 02, 2008
Um Novo Ano
E sinto-me como se não dormisse desde o ano passado.
Resoluções, poucas, mas firmes.
A mais importante (e em repetição): release. And let go.
Resoluções, poucas, mas firmes.
A mais importante (e em repetição): release. And let go.
Da noite de ontem
Passou-se, missão cumprida.
E passou-se bem, expectativas superadas.
Agora voltem lá ao normal que eu quero poder ir ao Mutantes e aos Maus Hábitos e ao Plano B e ao 77 sem estrilho.
E passou-se bem, expectativas superadas.
Agora voltem lá ao normal que eu quero poder ir ao Mutantes e aos Maus Hábitos e ao Plano B e ao 77 sem estrilho.
segunda-feira, dezembro 31, 2007
Control
A meio da segunda perna apercebo-me de que estou a fazer força, mesmo estando deitada, em plena massagem de relaxamento.
Solto-me.
Percebo que sou assim em quase tudo na vida, o zazen cada vez mais difícil.
Respiro fundo e recomeço.
Saio relaxada, mas fria. Sauna para aquecer, banho turco para libertar.
Novo mantra.
Release and let go.
Solto-me.
Percebo que sou assim em quase tudo na vida, o zazen cada vez mais difícil.
Respiro fundo e recomeço.
Saio relaxada, mas fria. Sauna para aquecer, banho turco para libertar.
Novo mantra.
Release and let go.
sexta-feira, dezembro 28, 2007
O novo ano não resulta
porque não é uma borracha que se passa sobre a vida e toca a começar de novo numa folha branquinha cheia de linhas a pedir preenchimento, escreve-me lá, no lado bom dos cadernos, que toda a gente sabe que é o que tem muitas folhas por baixo.
Se fosse, eu dizia que 2007 foi bom porque conheci tanta gente e depois entrava 2008 e apagava tudo e eu começava de novo, folha limpa, registo fresco, nada na manga, sem mágoas nem pesares.
Suponho que também teria de começar sem saber nada, sem ensinamentos nenhuns e sem experiência de vida, que a vida é sempre bonita para baixo (ou para os lados), ao contrário do que cria a Susaninha.
E isto tudo de uma pessoa que sente verdadeiramente que a próxima quarta-feira é apenas o início de mais uma semana de trabalho, este fim-de-semana é apenas mais uma ida a casa dos pais e muitas saídas à noite, espera-se, e Janeiro é um mês como os outros, o facto de começarmos o ano com ele é tão intencional como eu ser a quarta filha dos meus pais e não a segunda ou a terceira ou mesmo a primeira, que isto vê-se de tudo neste mundo.
Se fosse, eu dizia que 2007 foi bom porque conheci tanta gente e depois entrava 2008 e apagava tudo e eu começava de novo, folha limpa, registo fresco, nada na manga, sem mágoas nem pesares.
Suponho que também teria de começar sem saber nada, sem ensinamentos nenhuns e sem experiência de vida, que a vida é sempre bonita para baixo (ou para os lados), ao contrário do que cria a Susaninha.
E isto tudo de uma pessoa que sente verdadeiramente que a próxima quarta-feira é apenas o início de mais uma semana de trabalho, este fim-de-semana é apenas mais uma ida a casa dos pais e muitas saídas à noite, espera-se, e Janeiro é um mês como os outros, o facto de começarmos o ano com ele é tão intencional como eu ser a quarta filha dos meus pais e não a segunda ou a terceira ou mesmo a primeira, que isto vê-se de tudo neste mundo.
Honestidade
Tenho de praticar a honestidade no novo ano, à falta de melhor prazo.
Como seria se eu tivesse respondido "Lamento, mas não acho muita piada a baptizados e a miúdos e respectivas fotos de baptizados, por isso não, não quero ver o álbum de fotografias do baptizado da tua filha, que tenho a certeza que é muito bonito."
Tenho de me esforçar mais, que isto também não é honesto.
"Não me leves a mal, mas não, obrigada. Sou contra baptizados." - melhor?
"A minha religião não me permite ver fotografias." - o vencedor!
Como seria se eu tivesse respondido "Lamento, mas não acho muita piada a baptizados e a miúdos e respectivas fotos de baptizados, por isso não, não quero ver o álbum de fotografias do baptizado da tua filha, que tenho a certeza que é muito bonito."
Tenho de me esforçar mais, que isto também não é honesto.
"Não me leves a mal, mas não, obrigada. Sou contra baptizados." - melhor?
"A minha religião não me permite ver fotografias." - o vencedor!
O melhor vídeo de 2007, sem dúvida, que encontrei depois de meia-hora deliciada a passar emails a pente fino, quanto-vale-o-gmail-
-que-guarda-tudo-tudo-tudo-menos-os-emails-que-a-pessoa-na
-sua-tolice-decide-apagar-para-sempre-sempre, por isso... (Já estou a praticar.)
-sua-tolice-decide-apagar-para-sempre-sempre, por isso... (Já estou a praticar.)
O que é que eu disse?
Não fui à casa-de-banho conforme planeado e não me perguntem porquê, que eu também não sei.
Provavelmente porque me apareceu aqui alguém a dobrar colheres com a força da mente ou a pedir troco de 200 euros para o café e eu não respondo a parvoíces, por isso...
(Como é que se chamam aquelas coisas que uma pessoa decide fazer no novo ano? Resoluções! Resolução para o novo ano: acabar todas as frases com as palavras "por isso", seguido de reticências.)
Bota lá!
Provavelmente porque me apareceu aqui alguém a dobrar colheres com a força da mente ou a pedir troco de 200 euros para o café e eu não respondo a parvoíces, por isso...
(Como é que se chamam aquelas coisas que uma pessoa decide fazer no novo ano? Resoluções! Resolução para o novo ano: acabar todas as frases com as palavras "por isso", seguido de reticências.)
Bota lá!
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