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segunda-feira, janeiro 10, 2022

Medos

Ainda tenho medo de ser feliz. Muitas coisas boas ao mesmo tempo e só penso que me vai acontecer alguma desgraça, para "temperar". 
Na quinta escrevi um post sobre fazer um mês desde que conheci o Andy e não fui capaz de o publicar antes de chegar a casa dele, não fossem os festejos azedar. (Ainda não o publiquei. Update: agora já, na data do dia.)
Tenho medo de deixar de gostar dele, de fingir que gosto dele só para não perder o que temos, mas é tudo infundado: cada dia gosto mais dele e cada dia vejo mais e mais compatibilidade entre nós.
Deve ser mal de família, porque a minha irmã P. tem o mesmo medo de ser feliz.

sábado, janeiro 01, 2022

2022

Na esperança de que não seja 2020-2, e de que não seja um ano desenhado à linha pelo Bruce Mau (embora eu goste muito de linhas), faço deste post o meu regresso (à vida, ao amor, a este blog). 

Gratidão todos os dias, como mexer-me, tratar de mim, beber água e respirar. Gratidão é a palavra de 2022. 

(Já nao faço isto há tanto tempo que quase escrevi “beijinhos, tudo de bom!” - como a pessoa s’a põe!) 

domingo, setembro 22, 2013

Precisa-se

Menos Nude e mais Jigsaw Falling Into Place.
Psst, Bruce...

quarta-feira, março 13, 2013

Relentless Bruce

Uma pessoa está no trabalho, descansadinha da vida, a verificar a conta pessoal de email, e recebe, como quase todos os dias, aqueles updates de perfis por email e fica com a sensação de ter levado um murro no estômago assim logo de manhã, sem apelo nem agravo, que é para não se armar em esperta e deixar-se de "ai, está sol, que dia fantástico".

Por outro lado, depois do choque inicial, a pessoa percebe que os anos passam por uma razão muito boa e as novidades ou piquenos reminders são apenas isso, piquenos. Sem intuito pejorativo. A caravana continua.

Update: diz que afinal isto é mais complicado, a trama adensa-se. E como! Vontadinha de dizer: Xô, que está o dia bô! Tu deslarga-me!

quinta-feira, fevereiro 07, 2013

Bruce,


Sim, a vida é um bocado chata quando tu não estás, mas pensei que já tínhamos concordado que ias acabar com os murros no estômago e os pontapés nas costas. Não és muito simpático, Bruce - não sei se já te disseram.
Ah, sim, desta vez voltaste de mansinho, é verdade. Não foi um murro no estômago, tens razão. Lá achaste que eu andava muito descansada, não é? Descansada demais. E foi giro enquanto durou, sim. Tu tens jeito, lá isso tenho de te conceder. Muito jeito, até.
Só mais uma coisa, Bruce: quem dá e tira, pró inferno gira.
Tá?

P.S. Tens cá uma piadinha com essa merda da integração.

segunda-feira, novembro 21, 2011

Croma

Não sei se o cor-de-rosa é alguma tentativa de indirecta do meu subconsciente para o meu consciente. Se calhar é o inconsciente, o mesmo que me faz sonhar com a Place des Martyrs. C'est pas mal, quand même! Os mártires a azucrinar-me o juízo, a meio da noite - no sonho e na realidade. Hmmm. Acho que isto pede um momento de reflexão.
Bruce, Bruce, tu vas tomber...

terça-feira, fevereiro 08, 2011

And he's back!!

Bruce, admito as saudades. Quanto à paulada, és mesmo parvo.
Deixa-me em paz que eu preciso de trabalhar.

quarta-feira, janeiro 19, 2011

Pedi-las

Saudades, saudadinhas, eu tenho é do Bruce. Ai, Bruce, we had fun. (E de comida normal e da minha irmã.)
Bruce, canecos no sábado ou quê?

quarta-feira, julho 07, 2010

Já estive mais longe de ir à bruxa

O Bruce anda furioso, ou então alguma puta me viu, como dizia o meu Pai. Estou com uma tendinite no pulso há umas semanas, mas coisa pouca. Ontem deu-me com força e estava tão mal que nem conseguia conduzir. Não consigo dormir com o calor (nem com três comprimidos de valeriana) e já lá vão duas noites de desespero, o meu pescoço dorido que o diga. As horas que não passam também não estão a ajudar. E como se tudo isto não bastasse, ontem à noite o meu computador decidiu pifar. Bloqueou e depois não arrancava. Recuperação de sistema com ele (enquanto eu não conseguia dormir) e ainda apanhei um susto, mas agora está tudo bem.
Bruce, já chega. Sim?

terça-feira, julho 06, 2010

Trinta

Daqui a 10 dias faço 30 anos. Sim, já se sabe. Para mim é um marco importante, mais do que doloroso ou difícil. Vim de Vila do Conde mais cedo por causa do apagão que me impediu de ver os últimos cinco minutos de um filme muito bom, que me fez pensar no fim-de-semana passado e nos meus 30 anos. Não me posso queixar: tenho dois braços e duas pernas que funcionam, um cérebro que, à parte precisar de mais RAM, não se porta nada mal, e duas irmãs fantásticas mais um irmão que me faz rir como ninguém. Tenho medo de morrer, o que é sempre saudável, e estou ansiosa por ver como são os 30. Pedidos, só um: uma bela prenda de anos do Universo (ou do Bruce, ou lá o que é).

quarta-feira, junho 02, 2010

Sim, Bruce,

já percebi. Mas eu... Au! Porra, Bruce, parece que és parvo. Está bem, eu paro. Mau feiti... Au!

sexta-feira, abril 30, 2010

Puzzles, puzzles

No espaço de uma semana, por duas vezes confundi o som de "intimidade" com "intimidada". Ouvi "intimidade" em vez de "intimidada" e outra vez exactamente ao contrário. (Acho muito curioso que duas palavras com sentimentos tão opostos se possam confundir tão facilmente.)
Hoje deitei-me de manhã porque as coisas mesmo importantes, aquelas que nos custam falar, só se dizem (e ouvem) depois de horas de conversa.
E de repente estou outra vez a ouvir o sofrimento de uma amiga, o que custa parar, dizer basta, mereço mais, e penso que o Bruce anda danado, porque ou me quer moer o juízo, ou me quer ensinar muito.

terça-feira, abril 27, 2010

Dos livros

Armada em adulta, ando a ler os clássicos. (Foi um assalto a biblioteca alheia muito bem sucedido, devo dizer.)
Não sei porquê, depois de começar "Our Man in Havana", de Graham Greene, saltei para "The Great Gatsby", do Fitzgerald. Arrependo-me a cada página (e ando a remoer nisto), porque ou a linguagem (e quiçá a cultura) dos anos 20 é muito estranha, ou o jovem é muito bom rapaz, mas um grande chatinho. Insisto. Hei-de ler o raio do livro, nem que seja para dizer que o li!
E agora o Facebook sugere-me a Jordan Baker como amiga. Ele há Bruce ou não há?

segunda-feira, abril 26, 2010

Sonhei que ia ser ruiva

Só me lembrei ao ver isto. (Sim, releio o meu próprio blog amiúde. Sim, pode ser um sinal de egocentrismo. Não, I don't give a fuck.)
De repente alguém me malhou o cabelo todo de um loiro escuro arruivado, "para ir pondo o ruivo aos bocadinhos, para ser menos radical". (As cabeleireiras não são muito amigas do Português, nem em sonhos.)
E eu, desgostosíssima com as malhas, dizia que sim. E pensava "porque não tudo de uma vez? Que se lixe, agora pintar uma vez por mês, vai já tudo".
Não sonhei o resultado e não sei se isto era o Bruce, a minha estupidez habitual ou quê.
Se calhar eram as raízes a dizer-me "já pintavas o cabelo, já"...

terça-feira, agosto 04, 2009

Ai Ui

Dói deitada, dói de pé, dói sentada. Dói virar na cama, dói sair da cama, dói sentar. Dói levantar, dói beber água, dói comer, dói fumar. Dói estar aqui a escrever, mas como dói tudo e em todas as situações, escolho o mal que aguento menos mal. Dói queixar. Dói pensar. Acho que também dói um bocadinho a cabeça. Dói.
Já chega, Bruce. Eu porto-me bem. A partir de segunda, pode ser?
P.S. Gosto mais quando mandas postais.

segunda-feira, agosto 03, 2009

Mais do que para,

os amigos vêem-se nas ocasiões.

domingo, agosto 02, 2009

Num segundo

Oito da manhã e a sorte com o estacionamento vira-se contra a condutora, uma par de luvas no chão e muitos milésimos de segundo entre luvas, parecem as minhas, ui, como é que vieram aqui parar?, visão do vidro partido, os dois porta-luvas abertos, o choque.
Não há recolha de impressões digitais, desaconselham-me a apresentar queixa, ficaram os CD's e a antena, levaram o comando da garagem.
Durante este tempo todo, do computador do agente que anotou a participação saía a Joan Osborne a perguntar se deus fosse um de nós. Any thoughts, Bruce?

terça-feira, julho 21, 2009

O Bruce a dar-me abébias

e eu a não saber aproveitá-las. Burra, Bruce, burra.

sexta-feira, julho 03, 2009

Eu vi logo que não durava muito

Elogia-se o gajo, ai que finalmente decidiu dar-me um descanso e pimba!, toma lá uma tranquilha para não te armares em esperta. Não faz mal, já sacudi o pó e olha, nem sequer fez ferida.
Às vezes parece que és parvo, Bruce!

quinta-feira, junho 25, 2009

Jigsaw falling into place

O Bruce ligou-me. Falou com a voz do Thom Yorke, dentro da minha cabeça, e cantou o refrão todo de uma música que eu não ouvia há meses. Entrei no carro e fiz-lhe a vontade, sem sequer ter a certeza de ser aquele o álbum. Era. E ele retribuiu, hoje vou dormir a anos-luz do sítio onde acordei.