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sexta-feira, junho 04, 2010
O bichinho
Estou infectada. Puxei dos galões para conseguir ver um espectáculo de lotação limitada e esgotadíssima. Sim, os jornalistas são nojentos. Depois puxei do telemóvel e entrevistei o criador do espectáculo (não tinha o gravador comigo). Em espanhol. A seguir entrei em stress porque não conseguia encontrar a gravação, tanto trabalho para nada, sempre a tentar lembrar-me de tudo o que ele disse em 10 minutos. Agora cheguei a casa e lá estava o "clip de som 04", no meio das músicas. De todo em todo, uma bela noite - dois espectáculos, dois sucessos.
quinta-feira, junho 03, 2010
O mistério do Café Java
O Café Java fica na Praça da Batalha. Turístico, portanto. Chama-se Java, mas tem um ar antigo, qual Majestique. Os empregados são à boa moda do Porto, secos, brutos e até mal educados. Os preços, esses, são futuristas. Ou for turistas - exploração no seu melhor. Mas tem internet wireless gratuita. Mesmo ao lado do Teatro Nacional de São João.
Não estou a aconselhar a passagem por lá - estou só a tomar nota do café mais inconsistente que alguma vez conheci. Como se chamaria antes? Quem são os donos actuais? Porque é que se chama Java? Respostas para putodecafemaismalcheiroso@tenhomaufeitio.com
quarta-feira, junho 02, 2010
Segunda edição das "Reflexões pessoais sobre o Fitei" em dois fascículos II
Fascículo 2
Não sei se alguma vez o disse aqui, mas em Portugal não se sabe ir ao teatro. Eu nunca fui ao teatro noutros países, mas fui uma vez à ópera em Estocolmo e as pessoas eram civilizadas. Juro!
De todas as pessoas barulhentas, mal educadas, desrespeitosas dos actores e do restante público, a que me calhou em sorte hoje ganha o prémio. Bate mesmo as senhoras professoras a quem tive de pedir que se calassem, no Teatro Carlos Alberto, a ver "O Avarento", e que se riram na minha cara, obrigando-me a excessivas batidas cardíacas enquanto chamava um funcionário de sala para as calar - e ele calou.
Não porque fosse abertamente mal-educada, como as outras parvas, não. Mas porque me dava vontade de me virar para trás e perguntar se a senhora nunca tinha saído de casa para ver nadinha na vida. Não? Nunca viu uma comédia? Sabia que é possível rir sem ter uma apoplexia? Aliás, se respirasse um bocadinho, já não se ria tanto e podia ser que lhe sobrasse fôlego para os comentários constantes que parece adorar fazer sobre tudo o que se passa no palco.
Um dia ganho tomates.
Segunda edição das "Reflexões pessoais sobre o Fitei" em dois fascículos
Fascículo 1
Naquele dia, Jesus estava a comer uma romã... ai, esperem, não era isto... Ah! Já sei, era isto:
Hoje foi um daqueles dias em que, não fosse a entrevista (grande furo!) que consegui (sim, eu! imagine-se!), mais valia ter ficado em casa. Pensei sair no intervalo e esquecer a segunda parte, mas não consegui. Fugi assim que se bateram as primeiras palmas, discretamente, mal os actores saíram de cena. Havia quem aplaudisse de pé.
There's no accounting for the public's taste.
segunda-feira, maio 31, 2010
Reflexão muito mais pessoal sobre o FITEI
Entre a falta de interesse do meu editor e algumas xaropadas que já vi, acho que vou chegar ao fim contente por ter podido ver tudo, só para mim. O público que se lixe (pelos vistos).
sábado, maio 29, 2010
Reflexão pessoal sobre o FITEI
Dói-me tudo de tanto andar a pé e de correr para os espectáculos. E ainda agora começou...
terça-feira, fevereiro 13, 2007
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