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sexta-feira, julho 06, 2012

Technicolor

Andei muitos anos desta vida a pensar que era assim uma espécie de Verão em forma de gente, nascidinha que fui a 16 de Julho, com tudo o que isso tem de bom: a praia, melancia nas noites quentes, amoras por todo o lado, o mar, mais praia e, claro, o mar. Desenganei-me há dias: sou cool winter quase padrão (vá, ia agora desiludir o mundo inteiro e ser certinha numa coisa que fosse?). Eu cool sempre soube que era, mas winter parece-me uma aberração. "Ai não posso usar bege nem tons pastéis? Olha a minha cara de preocupada, nunca gostei dessas cores." De modos que se fez luz.
Na semana passada ataquei os saldos: duas lojas só, mas um ataque muito frutífero. Concluí que a malta daqueles programas de make-over de looks e armários (só a mim ninguém me pega!) tem uma tarefa dolorosa pela frente. Isto de pensar em cores enquanto se veste e despe roupa é demais para a minha capacidade de interesse por moda. Desliguei o turbo e experimentei só - até porque ando a ler um livro sobre as decisões que tomamos instantaneamente numa parte não acessível e instintiva do nosso cérebro e, posso já dizer-vos, não é grande ideia pensar demais sobre coisas menores - e plim! Para quê saber porque é que fica bem ou porque é que fica mal? Fica bem: Io prendo! Fica mal: deixa lá isso.
A acrescentar a esta experiência riveting with interest, o meu novo mantra:
Anda sempre arranjadinha, porque nunca sabes quando tens de ir a uma conferência representar a tua chefe e não vais querer ser apanhada de calças de ganga na mão.

quarta-feira, março 16, 2011

Jovem de cabelo rapado,

à tigela cor de laranja berrante no topo da cabeça, like Calimero much?

quarta-feira, junho 02, 2010

Declaro aberta a época do calor,

dos vestidos, das alças, da roupa leve, dos gelados, da preguiça, das noites quentes, da pele bronzeada, das sandálias, dos pés a fazer bolhas nas sandálias, dos pés a ficar em ferida por causa das sandálias, dos pés a transformarem-se em carne viva por causa das bolhas e das feridas e desta porra toda, porque é que está tanto calor?, eu quero as minhas botas de volta!!
(Tenho a pele excepcionalmente sensível e fina, que é que foi??)

quinta-feira, agosto 13, 2009

Trabalhar com calor

é precisar de roupa fresca de aspecto decente. Tarefa difícil, mas esta semana safei-me bastante bem, entre vestidos (com bolsos) e saia. E para amanhã ainda tenho um vestido, worry not.
Posto isto, ainda bem que vou de férias no sábado, já não sabia o que havia de vestir mais.

Gosto de (II)

vestidos com bolso. Hoje é só um, atrás. Dá para desmarcar cenas mais pequenas.

quarta-feira, agosto 12, 2009

Gosto de

vestidos com bolsos (como o que estou a usar hoje).
Dá para desmarcar cenas.

quinta-feira, julho 16, 2009

Happiness is

a warm gun
a bag full of clothes (wearing brown top today)
Obrigada!

terça-feira, junho 17, 2008

A um mês de fazer 28 anos

visto uma saia do tempo do liceu e serve-me.
A conclusão? Que roupa feia eu tinha no liceu!

quinta-feira, abril 24, 2008

Ontem, karts

Eles, que eu fui correr as lojas.
Tenho um vestido novo mesmo giro, sexy even, e fica-me a matar.
Já não penso (tanto) no top laranja.

quarta-feira, abril 23, 2008

Para aplacar a fúria do top laranja

porque não, não posso mesmo, ainda que já tenha imaginado como o usaria, dependendo da ocasião e do sítio onde fosse, acho que um soutien preto, todo liso, ficava a matar para uma noite no Lux, não, não, não posso, xô, pensamentos gastadores,
compras com a minha personal shopper exclusiva, minha mesmo,
a que me descobre as coisas mais giras
e muitas delas, bem baratas!
Este fim-de-semana, num shopping perto de si, caso esteja no Porto.
Caso não esteja, apareça, vamos à praia e tudo!

terça-feira, abril 22, 2008

Só para me rir,

entrei numa daquelas lojas onde um simples top pode custar qualquer coisa entre 100 e 200 euros. Ou mais.
Experimentei um desses. Era transparente e laranja escuro e ficava-me tão bem que percebi que podia ser uma dessas pessoas que pagam salários inteiros por roupa.
Ainda não cheguei a conclusões quanto ao que isso diz de mim, mas também não me vou chatear muito, que eu não tenho €165 para dar por um top.

domingo, dezembro 30, 2007

A D. Olinda

já não tem a mercearia. Há quantos anos? Não sei.
O Napolitano continua de pé, embora há já muito tempo sem o Paulo e o cunhado à frente, mas agora com computadores, internet e jogos em rede.
Sigo para Álvaro Castelões.
A perfumaria já só vende pijamas, mas a loja onde comprei o Zé Pedra, o aquário e a comida toda que acabaria por ser a morte do bicho, ainda está aberta.
Passo do outro lado da rua e vejo a proprietária, a mesma que me vendeu o mais bonito peixinho vermelho, a guardar as plantas e a fechar a porta.
Muitas mercearias e cafés ainda abertos, a retrosaria que me apresentou os soutiens portugueses também ainda funciona.
Em Costa Cabral, a mais fantástica das ruas do Porto, as lojas estão fechadas, mas vejo as montras que me transportam para o liceu.
Corro as montras das sapatarias todas desse tempo, feliz por ainda existirem.
Acabei por comprar as botas pretas em S. Mamede.

quinta-feira, dezembro 27, 2007

Precisada de

1 bom filme do Woody Allen
2 bons copos de champanhe
3 que-se-lixe bons copos de champanhe e a lista continuaria
4 pronto, garrafas de champanhe, de marcas diferentes, de preferência, para poder ir provando
5 petiscos bons para o jantar, porquê 5, oh pá, não sabem contar?
6 peças de roupa, calçado incluído e até enumero para não ter de ir ao 7 que não sei o que há-de ser: 1 casaco; 1 par de calças (mínimo, mais se os saldos forem bondosos); 3 camisolas (ou mais, dependendo da generosidade das lojas); 1 par de botas, querem-se pretas, de salto, de cano alto; querem-se mais baratas que as que vi numa loja que acha que tirar 20 euros a umas botas que custavam mais de 160 é promoção. Tenham dó!

quinta-feira, dezembro 13, 2007

(Há dias) No CCB

As mães estrangeiras são mais bonitas do que as portuguesas. Facto?
Ou será que as mães que viajam até outros países são sempre mais bonitas do que as que o não fazem?
Ou ainda: sim, estou em modo pergunta, há problema?

Cheguei novamente à fase

em que sinto o interior das calças, as pernas a roçar com liberdade nas calças até há pouco tempo justas.
As calças alargam sempre, como diz uma amiga minha (que é má), portanto duas medidas têm de ser implementadas:
1. lavar as calças na esperança de que encolham;
2. não, não é comer mais para ver se encho a roupa!

sexta-feira, dezembro 07, 2007

O que eu quero

é que alguém me ensine a enfiar uma camisa por dentro de uma camisola justa sem ter sempre este ar "estrampalhado"!
Então, ninguém sabe? Hum?

sábado, dezembro 01, 2007

Lilás

Cor da moda, cor da feminilidade, cor que me apetece muito, no blog, na roupa, na cabeça.
Cromoterapia.

terça-feira, novembro 13, 2007

Sensação fantástica

é vestir umas calças skinny tight e... servirem!
Sensação esta somente superada pela emoção de ter de pedir um tamanho abaixo, porque as primeiras eram "grandes".
;-)

quarta-feira, setembro 05, 2007

A dieta por omissão

(E sim, ando a pensar nisto há muito tempo e não, não me envergonho do tempo que já perdi, que isto não pode ser só marcar entrevistas e encomendar bolos e sandes e espalhar fruta, bananas, bananas, só querem bananas, que macacos!)
Cheguei à conclusão de que ando a fazer dieta por omissão.
Uma espécie de pontos "Weightwatcher", mas negativos pela positiva.
Por cada sobremesa que não como, 5 pontos.
Por cada chocolate a que resisto, 7 pontos.
A cada bolacha que pretiro em função de uma peça de fruta (nunca banana, não posso ver bananas à frente), 10 pontos (3 extra pela opção saudável).
Emagrecer não emagreço, mas ando iludidinha que é um mimo!

A pessoa que,

inadvertida ou irresponsavelmente, prepara uma máquina de roupa e constata, surpresa e irremediavelmente, que 95% do seu vestuário é da cor verde, muito embora de variadas e diferentes tonalidades, e que 100% desse vestuário verde tem manchas na frente, ri-se de quê?