segunda-feira, abril 09, 2007

quarta-feira, abril 04, 2007

Lá para cima

Massa de Folar

Folares prontos para ir ao forno

Não sei se este ano ainda vou a tempo de os ver fazer (ninguém me deixa fazê-los), mas conto tirar muitas fotografias, desta vez ao produto final, para completar a série.

Boa Páscoa!

segunda-feira, abril 02, 2007

Ciclos

O ano passado, por volta da Páscoa, conseguia estágio.
Este ano, trabalho.

Se

ficar no café a ouvir as conversas das senhoras de idade (grupo etário com direito a denominação própria e certificado de qualidade) para depois as reproduzir (com graça, de preferência), desse dinheiro, eu ficava rica depressa e com gosto!

"Morreu no meu 4º ano da Faculdade!"

"Morreu... morreu no meu 4º ano da Faculdade!"
Enquanto mexo o cappuccino do costume, ouço as três senhoras, de alguma idade, na mesa ao lado.
"Morreu no meu 4º ano da Faculdade!"
Começo a estranhar esta morte tão anunciada, num tom tão celebratório (ainda que da vida).
Repete. Desta vez acrescenta "E a cabeça? Grande, grande!".
Agora sim, começo a desconfiar que não se tratava de uma pessoa.
Diz a outra senhora "E os olhos, azuis?". "Sim", anui a primeira.
Ar de respeito por parte de todas.
Era um cão.

sexta-feira, março 30, 2007

O léxico

A poucos dias de regressar às origens para os ritos pascais ocorre-me, no comboio onde pela primeira vez em tantos anos de viagens, tive de refugiar-me no bar, dada a qualidade dos meus companheiros de lugar mais imediatos (a saber, uma mãe sozinha com as três filhas, sendo que a do meio, que não se cala, está constantemente a tentar sentar-se no meu lugar, à força de tanto me empurrar com as pernas e os braços e o baixa-levanta interminável do apoio de braços das cadeiras, quase me levando o ombro direito no processo, já para não falar do facto de ir de costas em relação ao sentido da marcha) ocorre-me, dizia eu, que um directório (melhor seria léxico) de expressões e adulterações típicas de Trás-os-Montes (vá, planalto mirandês, eu não sou ambiciosa), faz falta.
Assim à primeira, ocorre-me "arrebunhar" e "amarrar". E até lhes exemplifico o uso (não podem dizer que não sou prestativa).
Exemplo 1: "O gato arrebunhou-lhe as mãos todas."
Exemplo 2: "Ela amarrou-se para eu não a ver."
Aguardo (e agradeço) colaborações externas de conterrâneos e outros.

quinta-feira, março 29, 2007

Telefones!

Grita o homem do lado de lá da porta (exactamente como ontem, como na semana passada, como no mês passado, parecem cogumelos).
Respondo, através da porta fechada, que já temos telefone e que não pretendemos mudar, mas ele insiste e eu abro.
Com sotaque brasileiro, pergunta-me se tenho internet. Digo que sim.
"Há quanto tempo?", pergunta ele.
"Há mais de três anos."
"É Netcabo?"
"Já foi, agora é Clix.", respondo, já farta do interrogatório que não solicitei (por isso é que nunca abro a porta).
"Ah, então assim não posso fazer nada", diz ele, com ar de quem lamenta.
Estupefacta, faço um plano mental para nunca mais abrir a porta (já disse que quase todas as semanas vem cá alguém dos "Telefones!" ?), enquanto me esforço para não lhe berrar:
"Mas alguém lhe pediu alguma coisa??"

quarta-feira, março 28, 2007

A linha de apoio

a clientes da CP tem como música de fundo, quando em espera, o tema do genérico da série A-Team ou Soldados da Fortuna.
Acho que isto explica muito sobre a empresa.

Mar picado da chuva

Degraus


Pousada do Forte de S. Filipe

Caminhada na Serra da Arrábida

No Domingo, e cumprindo a tradição, fomos para a Arrábida. Também cumprindo a tradição, fomos no Domingo da mudança de hora, logo cheios de sono, e fomos sem percurso definido, mas desta vez com um mapa decente (apesar dos queixumes dos nossos acompanhantes).
Fomos apanhados pela chuva (mais uma tradição) e acabámos por fazer a maior parte da caminhada pela estrada (esta foi novidade), mas para a próxima havemos de subir a serra, nem que seja "à maluca".
Partimos do Forte de S. Filipe, em Setúbal, mas não sei dizer exactamente até onde fomos, só sei que almoçámos dentro do túnel da estrada principal a seguir à cimenteira, porque foi nessa altura que começou a chover.

Ficam os números registados pelo meu fiel podómetro.
19556 passos dados
11,73 Km percorridos
704 Kcal gastas (cálculo feito para o meu peso)

É pena o aparelho não registar a inclinação de algumas ladeiras que descemos a custo e, mais tarde, depois de estarem bem ensopadas, subimos a pulso.
Vamos repetir.

quinta-feira, março 22, 2007

Rita:


Vês como também comemos carne (ainda que seja peru*)?
Depois levou umas gotinhas de molho de soja e ficou um mimo!

*Descobri agora que este também não leva acento. Coitado...

domingo, março 18, 2007

Hoje


Mini-maratona, 7 km. Alguns a correr, outros a andar.

Na foto, a margem no início da ponte.

sábado, março 17, 2007

Sem carne


Há dois dias que não comemos carne (ok, ele comeu fiambre ontem ao lanche).
Ontem, para o jantar, quiche de vegetais (na foto, apenas os vegetais salteados), sem natas.
Não estamos a tornar-nos vegetarianos, estamos de dieta.

segunda-feira, março 12, 2007

Há lá coisa

mais ecológica do que ir levar a reciclagem* de bicicleta?

*Como nós lhe chamamos

sexta-feira, março 09, 2007

Pormenor



Prenda de aniversário para uma amiga, feito por mim.

quarta-feira, fevereiro 28, 2007

No Domingo,

peguei em tantos bebés/crianças que acho que me explodiu um ovário!

Chegada hoje,

depois de quatro noites a dormir numa cama que não é minha, mais de 600km percorridos, (agora esqueci-me do que ia escrever enquanto fazia as contas às viagens), ..., esqueço-me de que não durmo na minha cama desde quinta e (era isto que ia dizer), quando me lembro, fico toda contente.

Mãos secas, Anel lindo

Ou o que se faz enquanto se aguarda a vez para a inspecção anual do veículo automóvel.

Prenda de Natal dele (uma de muitas).

terça-feira, fevereiro 13, 2007

Ontem

Teatro. A comédia mais hilariante que já vi. A não perder, de facto.
A Obra Completa de William Shakespeare em 97 minutos (eles são generosos e trabalham bem mais do que 97 minutos).
E esta fotografia, no blog, faz-me rir ainda.

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Desinformada

Não vi a neve repetida, nem senti o sismo. (Quanto vale estar a dormir, nestas alturas.)

Boas informações acerca de preparação para sismos (no site do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil) e escalas de medições no Público (fundo da notícia).

Assim Sim!

Queria explicar o nervosismo que tomou conta de mim quando fui votar, ontem às 13h30 na Escola EB 2/3 de Paranhos (que no meu tempo de pães com salsicha e pastéis de carne do bufete de lá era o ciclo de Paranhos), mas não sou capaz.
Só sei dizer que me tremeu a mão e tive até medo que anulassem o meu voto por causa da irregularidade da cruz no quadrado do Sim.

No coração da Mãe é que começa a vida, como tão bem diz a Rosa.

sábado, fevereiro 03, 2007

Deixa-se o homem sair com os amigos e é isto, três da manhã e ele nada de voltar. Mau, mau!
Fafe, que tantas vezes ouvi ser referido pelo meu Pai, e onde uma vez almocei com ele, tem uma Escola Superior de Educação. Modernices!

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

A ouvir

(no máximo volume que me permite a consciência e os vizinhos)

Humanos ao Vivo, o dvd (devidamente ligado à aparelhagem, de bom amplificador e colunas)

especialmente esta, que vem logo seguida desta
Reconhecia um hospital psiquiátrico em qualquer parte. (Mesmo visto do autocarro, o Júlio de Matos é igual ao Magalhães Lemos.)
Os jardins de consolo, as pessoas sentadas nos bancos, à volta de uma parte de si que por ora não têm. Ou que visitam uma vez por semana, ou por mês.
E a noção de que não somos diferentes, achamos que nos distinguimos porque estamos lá todos os dias, levamos comida e roupa limpa passada a ferro, penteamos-lhe o cabelo e secamos as lágrimas dos primeiros dias, mas somos todos iguais, iguais mesmo aos que só vêm uma vez por mês.
E aqueles jardins que não servem para nada, para nada, não consolam, não ajudam, não protegem sequer do sol, muitas vezes. Mas que horror seria se não estivessem lá, se não houvesse por onde dar voltas infindáveis, terapia de apoio, a realidade sempre a ser agarrada.
E quando finalmente chega o dia de ir embora, agradecemos os jardins e os bancos e o consolo, mas agradecemos principalmente nunca mais termos de estar neles.

sexta-feira, janeiro 26, 2007

Porque Sim

Por princípio, sou contra o aborto.
Também sou contra os maus-tratos infantis, a morte nas estradas e as pessoas que não limpam os dejectos dos seus animais de estimação.
Mas como não é nada disso que se pergunta no referendo do próximo dia 11, vou votar Sim.

quarta-feira, janeiro 10, 2007

Sem fumar

Sem fumar há mais de uma semana. Ele. E eu, passivamente, claro.

sábado, dezembro 23, 2006

Feliz Natal!

A todos os que me lêem (e aos que não lêem também, coitados), desejo um excelente Natal e que possam estar acompanhados daqueles de quem mais gostam!
Boas Festas!

sábado, dezembro 16, 2006

Agora já consigo. E estou mais calma.

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Post para ninguém

PORQUE É QUE EU NÃO CONSIGO ABRIR NENHUM BLOGUE ALOJADO NO BLOGGER??

quarta-feira, novembro 29, 2006

Mau tempo

Na sexta-feira passada, na Maia, junto à Câmara Municipal, fui testemunha de uma das piores chuvadas que já vi. Ora vejam.



Som ambiente de café cheio de telemóveis barulhentos.

Reflexos OU Não há mais nada para fazer enquanto se espera no Hospital de Sto. António


Reflexo do prédio do outro lado da rua, visto dentro da sala de espera das urgências do hospital supra-citado.

Vista das Urgências do Hospital de Santo António 2


Desta vez de dia, cerca das oito da manhã de quinta-feira, 16 de Novembro.
Diagnóstico: pé torcido. Tratamento: amputação. Médico: todo piadético. Irmã mais velha: azarada. Duração da visita: duas horas (estamos a melhorar).

Vista das Urgências do Hospital de Santo António


Às 6h42 de segunda-feira, 13 de Novembro. Primeira visita da semana, irmã mais velha com infecção urinária aguda. Quase quatro horas de espera (nós, que ela foi atendida rapidamente), entre as 3h30 e as 7h e pico da manhã.

As minhas desculpas pelo estado desfocado da foto, mas àquela hora já não dava para mais.

segunda-feira, novembro 20, 2006

Choque! Horror!

Então mas afinal "vôo" não se escreve "vôo", mas sim "voo"? Estou tão chocada, que nem sei o que é pior, se é andar para aqui a escrever mal, se ter andado este tempo todo a corrigir os outros, coitados, que escreviam bem.
Digam-me que isto é do acordo ortográfico, por favor, que assim a culpa fica toda no mesmo sítio. (O que eu abomino o acordo ortográfico, senhores!)
O Priberam, amigo do peito, confirma. Vendido!

sábado, novembro 18, 2006

Ainda no Porto

Leio, leio, leio. Blogs. Não lia nada desde quinta da semana passada.
Estou cansada. A irmã tem o pé torcido e não pode fazer nada. Não dá muito trabalho, mas é muito pedinchona. Pede chocolate e água e às vezes parece uma criança mas tem a idade de Cristo.
Eu durmo muito, ou até muito tarde e tenho saudades dele.
Nos blogs que li há muitas novidades, os bebés crescem, as barrigas aumentam e os dias passam.
Por aqui digo que gosto do frio na venta que refresca as ideias, das conversas com os manos e do mimo dos pais.
Over and out.

quarta-feira, novembro 15, 2006

No Porto

Vêem-se as irmãs, visitam-se as urgências do Hospital de Sto. António, vai-se à ópera e apanha-se uma barrigada de mimo e boa comida.
Amanhã volto para Lisboa e conto tudo ao pormenor. (Coitados...)

Ah, peço desculpa pela falha das fotos. Pode ser que as que tirei cá compensem.

sexta-feira, novembro 10, 2006

Agora

vou para o Porto, porque amanhã o Manel faz anos (mais um que o ano passado) e estamos cá todos, irmãs exiladas e respectivos namorados estrangeiros incluídos.
E vai haver caipirinhas, muito gelo picado e um terraço para almoçar. Também vamos ter primos e filhos de primos. A bolha lá está, para o que for preciso.
Bom fim-de-semana!

As rosas de há quinze dias


Ainda cá andam. Porque aqui nada se perde, tudo se transforma. Ou um potpourri improvisado.

Ontem


a assombrar-me a tarde e a roupa no estendal.

quinta-feira, novembro 09, 2006

Hoje, para jantar


(foto antiga)
Feitas em casa, de frango.

Descubra o (meu) Wally


Na partida da maratona btt de Sábado passado, no Festivel Bike em Santarém.
Daqui.

quarta-feira, novembro 08, 2006

No WC


dos comboios da CP (até rimou!) ainda há raladores de sabão. Desde que me lembro de andar de comboio (normalmente, Pocinho-Porto Campanhã, mais de cinco horas a chocalhar com o Douro ali ao lado) que vejo estes raladores nos comboios. Antes detestava-os, a este achei-lhe piada.

segunda-feira, novembro 06, 2006

Eu, sem óculos*,


vejo assim.

*ou lentes

domingo, novembro 05, 2006

Tarde sem chuva


Para a Ana Rute, com um beijinho.

No Mercado


Os rabanetes, luzidios da chuva.

sexta-feira, novembro 03, 2006

De calções

«sms: "Em cada 10 fêmeas que se vêem na rua, pelo menos uma tem calções e botas... Não percebo a moda... Esse conceito de carneirada..."»
in blog alheio, devidamente identificado

Pelos vistos, o macho cá de casa tem a mesma opinião de muitos outros...
E nós que os aturemos, Xana!

(Mais) Alfarelos

Porque não ando inspirada para escritas, fotografias. Uma por dia. (Esta foi batota, que foi tirada no mesmo dia que a anterior.)
Agora a grande questão é se eu consigo pôr aqui uma foto por dia. A ver vamos.

quinta-feira, novembro 02, 2006

quarta-feira, novembro 01, 2006

Ia contar

como em casa da minha tia que também é minha madrinha e de quem herdei o (meu) segundo nome as romãs estavam sempre na taça das castanhas ou das nozes, o que sempre me pareceu uma falta de respeito, como se a romã fosse um fruto menos fruto, ali com os secos, ela que tem tanto sumo, mas de repente fiquei sem vontade e comecei a pensar que não tenho muito para contar e que diabo ando aqui a fazer. Humores!

terça-feira, outubro 31, 2006

Bah!

Agora não posso comentar nos blogs não-beta. Eu bem sabia que isto da nova versão se chamar Beta era mau sinal...
(Nem mesmo sabendo de antemão, T, me lembrei desse problema...)

domingo, outubro 29, 2006

Aplaquei a fúria da cozinha com uma incursão pelo meu mercado favorito, onde me enchi de tomates, fruta, sorrisos e sol.
Depois sentei-me num café a folhear a revista com mais publicidade da história e passei mais de uma hora comigo mesma. Bom, bom, bom.
Ao chegar a casa piquei-me nas rosas, antes e depois das luvas, e fiz sopa de feijão verde.
Soube-me tão bem, o dia e a sopa.

sábado, outubro 28, 2006

Subject: Welcome to the new Blogger beta.

Congratulations! Your move to the new Blogger is complete.

You can now access your dashboard at http://beta.blogger.com using your Google Account and start using the new features right away.

Happy blogging,
The Blogger Team


Apetece-me

Cozinhar, cozinhar muito, numa cozinha cheia de panelas e facas e tábuas e colheres especiais e utensílios demais.
Cozinhar tomates, cogumelos, beringelas, pimentos, courgettes, lentilhas, feijões e grão-de-bico.
Fazer sopa e tartes e assados e salteados.
Comprar um(a?) wok.

Cozinhava para sempre, se pudesse.

sexta-feira, outubro 27, 2006

Da série "Há gente muito..."

Presunçosa! Assim de exclamação e tudo, qual grito, a ver se atinge o alvo.

sexta-feira, outubro 20, 2006

Estou lixada!

O que me vale é que aposto que ela nem sabe onde estão as tais fotos. ;)

O Zé Pedra

O Zé Pedra era o meu peixinho vermelho, que por acaso era cor-de-laranja. Foi o primeiro peixe que comprei, juntamente com o aquário redondo, de vidro fino. (Tão fino que, meses depois, teve de ser substituído porque me ficou um bocado na mão ao lavá-lo.)
O Zé Pedra teve em tempos um companheiro, o Gorbachev (por causa de uma mancha na cabeça, pobre bicho), mas ou foi do nome, ou foi dos (maus) tratos, o certo é que morreu passados uns meses. (Não me lembro se chorei quando soube, acho que não, mas o nojo do bicho "guardado" durante quase uma semana pela empregada lá de casa para eu ver quando voltasse da aldeia sobrepôs-se a tudo.)
O Zé Pedra aguentou esquecimentos de mudança de água, férias em que ficou na empresa do meu Pai, tentativas de afogamento cometidas por pessoa alheia de índole fraterna e quase-idas-pelo-cano-abaixo-a-ver-se-gostas sem fim.
Uma vez, ao chegar a Trás-os-Montes, quando o passei do aquário de viagem para o de vidro, notei que a água saía da torneira muito castanha. Escandalizada com a impureza de tal meio, decidi ir buscar água limpa, de beber, da nossa. O problema é que essa água estava na rua e era Inverno. Quase parei o coração ao bicho, com a água gelada.
O Zé Pedra, apesar de tudo, viveu pelo menos três anos. Uma eternidade, portanto.
Agora já lá tem o Óscar para lhe fazer companhia, no céu dos peixes.

Não consigo

distinguir o som da chuva do som da bomba do aquário.
Sim, o aquário já está montado (a quem possa interessar) e sim, faz imenso barulho.
Felizmente, está na sala.
Venham os peixes!

Muitos anos depois do Zé Pedra, o meu peixe de água fria que sobreviveu a semanas sem mudança de águas, escaldões nas férias do Verão e quase-congelamentos no Natal (era rijo!), dou por mim a pensar que isto dos aquários de bomba e termóstato é uma treta. Ainda se fosse um cão, justificava o trabalho (e euros) que isto vai dar, mas peixes? Peixes, senhores? Tende juízo, arranjai hobby de gente a sério.

quinta-feira, outubro 19, 2006

Confiança

Hoje comprei iogurtes líquidos com bifidus marca Pingo Coiso, à confiança.
(Estou farta de ser roubada pela Danocoisa.)

Não temo processos em tribunal das marcas referidas, mas nunca (con)fiando!

terça-feira, outubro 17, 2006

Há gente

muito estúpida, neste mundo!

segunda-feira, outubro 16, 2006

Coisa mais fácil

não há. Para que conste, foi há um ano e quase meio, mas às vezes parece que foi há mais.

A vida URL

Eu estreei-me nestas coisas de conhecer pessoas através deste mundo imenso que é a internet em 1998 (estou velha).
Para o mundo dos blogs entrei tarde e, pelos vistos, com pior memória, porque já nem sei se foi há um ou dois anos que comecei a debitar baboseiras próprias.
Conhecer pessoalmente alguém com quem falamos ou, agora com os blogs, alguém que lemos quase todos os dias é muito estranho. Para mim ainda mais, provavelmente, porque nunca faço uma ideia muita acertada da pessoa em termos físicos e relacionar o real com o imaginado foi-me sempre difícil.
Da mesma maneira, e isto tem ramificações por vezes desastrosas, nunca acerto na "primeira impressão" e não são raras as vezes que venho a gostar de pessoas de quem não gostei à primeira vista. Essas são as surpresas boas. As más são quando alguém demonstra ser totalmente o contrário do que eu pensei originalmente. Hoje em dia, felizmente, já acontece pouco ou com menor importância. (É da idade.)
Dentro de toda esta parafernália de sentimentos e protocolos, há várias atitudes quando se trata de estreitar relações que começaram com um computador pelo meio. A que mais me surpreende positivamente é, sem dúvida, a oferta espontânea e genuína que vem do outro lado.
A atitude de quem não joga joguinhos e que, quando quer realmente conhecer-nos, nos convida e oferece contactos e diz "Liga mesmo!". A mesma atitude que me faz ter pelo menos dois encontros marcados mentalmente para os fins-de-semana de ida "à terra". (Se bem que a minha terra é mesmo terra, mas é só uma expressão.)
É claro que cada um tem os seus gostos e personalidades, bem como os seus medos e comportamentos sociais, mas a atitude oposta, a tal dos joguinhos, aparece-me como um contraste tão gritante que faz doer. É como digo, os erros de percepção de personalidades são para mim uma certeza que, apesar de menos frequente, ainda hoje acontece de vez em quando.
Felizmente, as surpresas boas continuam a ser mais que as más e o saldo, no fim de tudo, é positivo. Continuo em jogo, portanto.

quinta-feira, outubro 12, 2006

Sonhos

Vermelho. Faia. Ou mesmo branco, que eu já estou por tudo e o que queria mesmo era uma cozinha nova.

terça-feira, outubro 10, 2006

Depois

de uma ronda completa de perguntas (e o autor que me perdoe o plágio da forma), porque é que os blogs de mulheres têm categorias próprias no meu Bloglines, mas os de homens não?
E, por corolário, porque é que eu leio mais blogs delas do que deles?

Novas leituras

E outras retomadas. Porque é que me esqueço sempre de blogs giros mas insisto em voltar fielmente aos chatos*?

*E os ofendidos, que façam bom uso da carapuça.

Ai, o caraças!

Chove lá fora como na rua!

segunda-feira, outubro 09, 2006

sexta-feira, outubro 06, 2006

Serviço público

A partir de amanhã à tarde (ou de manhã, para os mais aventureiros) e até terça, prevêem-se condições de escoação do cesto da roupa suja.
Que é como quem diz, eu pelo menos vou fazer máquinas até acabar com a roupa suja, que estou farta do monte e não sei quando terei dias secos (ainda que nublados) outra vez.

Post com o alto patrocínio dos seguintes sites:
Instituto de Meteorologia de Portugal
Wunderground.com

O feriado mauzão

Ontem foi feriado. (Já sei que todos sabem, que não andam decerto de calendário avariado, mas dá jeito para contar a história.)
Ontem foi feriado, dizia eu. Dia da Implantação da República. Calhou numa quinta-feira e, como tal, estragou a harmonia semanal a muitos portugueses. "Ai, porque agora parece sábado, mas amanhã é dia de trabalho" ou "Porque agora parámos e parece fim-de-semana, mas amanhã tenho de ir trabalhar, é uma violência" ou ainda "É uma chatice, pronto".
Eu resolvi a questão em meros segundos. Se me permitem, vamos lá olhar para isto com olhos de ver.
Se ontem parecia sábado, como a mim, hoje, de facto, não é domingo (bom), é sexta (mau). Mas, em vez de amanhã ser segunda (mau vezes dois), é afinal sábado (bom vezes dois).
Ora, um mau mais um bom vezes dois dá, na minha matemática, um bom.
Stop complaining!

quarta-feira, outubro 04, 2006

Descobertas científicas

A vacina da gripe é mesmo uma vacina. Vem numa mini-seringa, pronta a injectar.
Muito mais fácil que a heroína, portanto.

terça-feira, outubro 03, 2006

Em inglês

tennis
-noun
a game played on a rectangular court by two players or two pairs of players equipped with rackets, in which a ball is driven back and forth over a low net that divides the court in half.

No Dictionary.com

Do fim-de-semana

Eu fiquei a preguiçar e a tomar cafés infinitos com amigos (fossem todos os cafés assim).
Ele foi pedalar e sobreviveu.
Um bom fim-de-semana, portanto.

segunda-feira, outubro 02, 2006

Parece-me bem


:)

Ó Amolador, ó Amolador!

Pára de tocar, que eu tenho facas para afiar, mas ainda estou de pijama.

Da série "Sim, isto é com os lisboetas"

Pêra. Maçã. Duas palavras, dois frutos. Mas eis que tudo se complica quando, ao alterar o género da primeira, temos, no fundo, a segunda. Mas uma maçã é uma maçã, é uma maçã, é uma maçã.
Ora leiam:

pêro

do Lat. piru

s. m., Bot.,
maçã doce e oblonga, fruto do pereiro; malápio.
fig., são como um -: de muito boa saúde.

In Dicionários Online Priberam

domingo, outubro 01, 2006

Assustador

Acabo de descobrir que o meu número de telefone está na internet. Socorro!

Contradições

A minha cinefilia teve como início e principal estímulo a televisão.
Apercebo-me disso quando revejo filmes que vi no cinema e simplesmente não me lembro de tanto quanto pensava. A televisão foi o verdadeiro veículo da minha enciclopédica memória cinéfila, modéstia à parte.

sábado, setembro 30, 2006

Prazer por antecipação

Saber que dá hoje um filme do Woody Allen na :2 e ter pipocas de microondas para acompanhar.

Solteira

e boa rapariga. O rapaz foi pedalar.
Eu vou aproveitar para ver montras, montras, montras, que tenho um casamento daqui a quinze dias e é coisa para requerer concentração feminina.

Estou ao telefone

a confirmar uma reserva. Do outro lado, a recepcionista diz "Dra Joana ..., dia 14 de Outubro, está reservado". No fim despede-se cheia de simpatia e diz "Obrigada, Dra Joana ...".
Pelo meio do ataque de riso que consegui conter, não tive coragem de a corrigir. Ou então sou uma pretensiosa.

sexta-feira, setembro 29, 2006

Para acabar de vez com a confusão

*In loja de desporto conhecida, especialista em material de desporto

Para todos os que chamam "ténis" às sapatilhas.
Ou gostam de dizer "ténis de ténis"?

terça-feira, setembro 26, 2006

Veracidade dos factos

Deixando para segundo plano questões importantes sobre o facto de eu ter a televisão ligada no Canal Panda e, não obstante, estar a ouvir o que lá se diz, e outras questões de ordem histórico-social, como sejam o facto de os sistemas árabes serem dominados por homens o que, desde logo, faz com que tal não possa existir a não ser num plano imaginário, a questão que verdadeiramente se coloca é: sultona existe?

sexta-feira, setembro 22, 2006

À espera do comboio

Duas amigas falam.
Amiga 1: "Sabes, lá a Mãe dele é indiana. Se visses a quantidade de especiarias naquela casa!"
Amiga 2: "A sério? E tu gostas da comida?"
Amiga 1: "Adoro! Uma vez ele tinha lá arroz Basmati, mas mesmo bom. E assim com uma carne assada..."
Amiga 2: "Carne?? Eles não comem carne!"
Amiga 1: "Mas cá comem!"

Dilema III

Uma coisa é certa: a questão suscita muita discussão.

Dilema II

Hmmm... Respostas interessantes, ainda que antagónicas, na caixinha das surpresas ali em baixo. Mas a sondagem continua, podem continuar a mandar postais.

quinta-feira, setembro 21, 2006

Dilema

Cada vez mais me apercebo que as namoradas dos outros são mais mimadas do que eu. Em alguns casos, chegam mesmo a ser flagrantemente mimalhas. O que me faz pensar se são elas que são umas chatinhas ou se sou eu que sou parva.
Será que vale a pena guardar cartuchos "para quando...", ou é melhor habituá-lo desde já?

quarta-feira, setembro 20, 2006

De salientar

é o facto da óptima companhia ali do post abaixo se ter queixado do fim-de-semana desde que entrou na limusine que os conduziria à invicta cidade.
Queixaram-se das horas, do percurso da viagem, da duração da viagem, do frio no comboio, do sabor dos rebuçados da Régua, dos restantes passageiros no comboio, dos atrasos do comboio, do metro ("eléctrico", como lhe chamaram) e, basicamente, de tudo o que tivesse a ver com o fim-de-semana. Só não se queixaram da quantidade de jogos que perderam naquela bela mesa de matraquilhos no Pinhão, porque esses foram bem merecidos.
Para quando o percurso comercial, Inês?

terça-feira, setembro 19, 2006

Às vezes

esqueço-me que tenho um blog. Passo do sentimento de culpa de não escrever para a fase em que nem me lembro que ele existe. E não escrevo.
A semana que passou trouxe uma pequena grande desilusão, mas felizmente o fim-de-semana chegou para compensar.
Uma viagem à Régua e ao Pinhão, vários jogos de matraquilhos ganhos e a bela da francesinha, juntamente com óptima companhia curam qualquer ferida.

quinta-feira, setembro 14, 2006

Procurar casa

pode ser um pesadelo.
Encontrar casa pode ser outro.

terça-feira, setembro 12, 2006

Vem aí o Outono

Hoje aqueci o leite ao pequeno-almoço.
Se por um lado tenho pena de deixar o sol e a pele morena, por outro espero ansiosa pelos dias mais frescos e as roupas mais quentes. Porque eu gosto muito do Verão, adoro o Verão e até nasci no Verão, mas cada vez gosto mais do Outono e do Inverno.
Tirem-me o calor, mas não me tirem a lareira, o sol tímido dos dias frios, o vento agreste e a chuva que dá vida.
É isso, estou pronta para o Outono.

sábado, setembro 09, 2006

Programação habitual

Ontem foi dia de festa. Cantaram as nossas almas, blá, blá, blá.
Tivémos cerveja (pouca, pelos vistos, para os alcoólicos do costume), vinho tinto e caipirinhas, feitas pelo mestre.
Eram os anos do mestre, pelo que não o obriguei a assar os chouriços, e assim sendo comemos mais batatas fritas. Péssimo, eu sei, mas eu não gosto de batatas fritas de pacote, por isso o único pecado foi a salsa mexicana (caseira, que eu tenho jeito para estas coisas) e o bolo de bolacha (obrigada, Inês!).
Conclusões da noite, algumas. Fumar na varanda suja a varanda. As crianças de três anos não gostam de caipirinhas e não é porque tenham provado, não, é instinto. Mais sumo para elas!
Dezoito adultos e uma criança (a de três anos) cabem bastante bem cá em casa, e não andava ninguém no quarto.
A vizinha do lado deve achar que é um relógio, porque veio cá ontem dizer que era uma da manhã. Nós agradecemos, mas temos horas certas, obrigada.
E, finalmente, para se fumar tabaco numa sheesha, convém não enfiar um guardanapo no tubo de entrada de ar, senão o ar não entra. Ah, e não dar ouvidos a "projectos de engenheiros".
É tudo. Over and out.

terça-feira, setembro 05, 2006

Ah,

e tenho gear e tudo! Um lindo capacete com flores rosa, uma campainha da Barbie e um cadeado todo pró!



Ok, quantos de vocês perceberam que aquilo da campainha da Barbie era a gozar? Quantos?
Agora a sério, é preta e faz plim, nada mais.

Acreditem!

Esvaziou-se de palavras e encheu-se de preguiça*.
Mas nem tudo são más notícias, porque no Sábado passado fui ao mercado do costume de bicicleta e só vos digo, estou viciada!

*Em jeito de resposta aos comentários do último post.

sábado, setembro 02, 2006

Ai vocês

queixam-se que eu não escrevo, não digo nada, parece que não estou cá, é?
Não vêem que eu não tenho nada para dizer?
Esvaziou-se-me a mente.