terça-feira, outubro 10, 2006

Depois

de uma ronda completa de perguntas (e o autor que me perdoe o plágio da forma), porque é que os blogs de mulheres têm categorias próprias no meu Bloglines, mas os de homens não?
E, por corolário, porque é que eu leio mais blogs delas do que deles?

Novas leituras

E outras retomadas. Porque é que me esqueço sempre de blogs giros mas insisto em voltar fielmente aos chatos*?

*E os ofendidos, que façam bom uso da carapuça.

Ai, o caraças!

Chove lá fora como na rua!

segunda-feira, outubro 09, 2006

sexta-feira, outubro 06, 2006

Serviço público

A partir de amanhã à tarde (ou de manhã, para os mais aventureiros) e até terça, prevêem-se condições de escoação do cesto da roupa suja.
Que é como quem diz, eu pelo menos vou fazer máquinas até acabar com a roupa suja, que estou farta do monte e não sei quando terei dias secos (ainda que nublados) outra vez.

Post com o alto patrocínio dos seguintes sites:
Instituto de Meteorologia de Portugal
Wunderground.com

O feriado mauzão

Ontem foi feriado. (Já sei que todos sabem, que não andam decerto de calendário avariado, mas dá jeito para contar a história.)
Ontem foi feriado, dizia eu. Dia da Implantação da República. Calhou numa quinta-feira e, como tal, estragou a harmonia semanal a muitos portugueses. "Ai, porque agora parece sábado, mas amanhã é dia de trabalho" ou "Porque agora parámos e parece fim-de-semana, mas amanhã tenho de ir trabalhar, é uma violência" ou ainda "É uma chatice, pronto".
Eu resolvi a questão em meros segundos. Se me permitem, vamos lá olhar para isto com olhos de ver.
Se ontem parecia sábado, como a mim, hoje, de facto, não é domingo (bom), é sexta (mau). Mas, em vez de amanhã ser segunda (mau vezes dois), é afinal sábado (bom vezes dois).
Ora, um mau mais um bom vezes dois dá, na minha matemática, um bom.
Stop complaining!

quarta-feira, outubro 04, 2006

Descobertas científicas

A vacina da gripe é mesmo uma vacina. Vem numa mini-seringa, pronta a injectar.
Muito mais fácil que a heroína, portanto.

terça-feira, outubro 03, 2006

Em inglês

tennis
-noun
a game played on a rectangular court by two players or two pairs of players equipped with rackets, in which a ball is driven back and forth over a low net that divides the court in half.

No Dictionary.com

Do fim-de-semana

Eu fiquei a preguiçar e a tomar cafés infinitos com amigos (fossem todos os cafés assim).
Ele foi pedalar e sobreviveu.
Um bom fim-de-semana, portanto.

segunda-feira, outubro 02, 2006

Parece-me bem


:)

Ó Amolador, ó Amolador!

Pára de tocar, que eu tenho facas para afiar, mas ainda estou de pijama.

Da série "Sim, isto é com os lisboetas"

Pêra. Maçã. Duas palavras, dois frutos. Mas eis que tudo se complica quando, ao alterar o género da primeira, temos, no fundo, a segunda. Mas uma maçã é uma maçã, é uma maçã, é uma maçã.
Ora leiam:

pêro

do Lat. piru

s. m., Bot.,
maçã doce e oblonga, fruto do pereiro; malápio.
fig., são como um -: de muito boa saúde.

In Dicionários Online Priberam

domingo, outubro 01, 2006

Assustador

Acabo de descobrir que o meu número de telefone está na internet. Socorro!

Contradições

A minha cinefilia teve como início e principal estímulo a televisão.
Apercebo-me disso quando revejo filmes que vi no cinema e simplesmente não me lembro de tanto quanto pensava. A televisão foi o verdadeiro veículo da minha enciclopédica memória cinéfila, modéstia à parte.

sábado, setembro 30, 2006

Prazer por antecipação

Saber que dá hoje um filme do Woody Allen na :2 e ter pipocas de microondas para acompanhar.

Solteira

e boa rapariga. O rapaz foi pedalar.
Eu vou aproveitar para ver montras, montras, montras, que tenho um casamento daqui a quinze dias e é coisa para requerer concentração feminina.

Estou ao telefone

a confirmar uma reserva. Do outro lado, a recepcionista diz "Dra Joana ..., dia 14 de Outubro, está reservado". No fim despede-se cheia de simpatia e diz "Obrigada, Dra Joana ...".
Pelo meio do ataque de riso que consegui conter, não tive coragem de a corrigir. Ou então sou uma pretensiosa.

sexta-feira, setembro 29, 2006

Para acabar de vez com a confusão

*In loja de desporto conhecida, especialista em material de desporto

Para todos os que chamam "ténis" às sapatilhas.
Ou gostam de dizer "ténis de ténis"?

terça-feira, setembro 26, 2006

Veracidade dos factos

Deixando para segundo plano questões importantes sobre o facto de eu ter a televisão ligada no Canal Panda e, não obstante, estar a ouvir o que lá se diz, e outras questões de ordem histórico-social, como sejam o facto de os sistemas árabes serem dominados por homens o que, desde logo, faz com que tal não possa existir a não ser num plano imaginário, a questão que verdadeiramente se coloca é: sultona existe?

sexta-feira, setembro 22, 2006

À espera do comboio

Duas amigas falam.
Amiga 1: "Sabes, lá a Mãe dele é indiana. Se visses a quantidade de especiarias naquela casa!"
Amiga 2: "A sério? E tu gostas da comida?"
Amiga 1: "Adoro! Uma vez ele tinha lá arroz Basmati, mas mesmo bom. E assim com uma carne assada..."
Amiga 2: "Carne?? Eles não comem carne!"
Amiga 1: "Mas cá comem!"

Dilema III

Uma coisa é certa: a questão suscita muita discussão.

Dilema II

Hmmm... Respostas interessantes, ainda que antagónicas, na caixinha das surpresas ali em baixo. Mas a sondagem continua, podem continuar a mandar postais.

quinta-feira, setembro 21, 2006

Dilema

Cada vez mais me apercebo que as namoradas dos outros são mais mimadas do que eu. Em alguns casos, chegam mesmo a ser flagrantemente mimalhas. O que me faz pensar se são elas que são umas chatinhas ou se sou eu que sou parva.
Será que vale a pena guardar cartuchos "para quando...", ou é melhor habituá-lo desde já?

quarta-feira, setembro 20, 2006

De salientar

é o facto da óptima companhia ali do post abaixo se ter queixado do fim-de-semana desde que entrou na limusine que os conduziria à invicta cidade.
Queixaram-se das horas, do percurso da viagem, da duração da viagem, do frio no comboio, do sabor dos rebuçados da Régua, dos restantes passageiros no comboio, dos atrasos do comboio, do metro ("eléctrico", como lhe chamaram) e, basicamente, de tudo o que tivesse a ver com o fim-de-semana. Só não se queixaram da quantidade de jogos que perderam naquela bela mesa de matraquilhos no Pinhão, porque esses foram bem merecidos.
Para quando o percurso comercial, Inês?

terça-feira, setembro 19, 2006

Às vezes

esqueço-me que tenho um blog. Passo do sentimento de culpa de não escrever para a fase em que nem me lembro que ele existe. E não escrevo.
A semana que passou trouxe uma pequena grande desilusão, mas felizmente o fim-de-semana chegou para compensar.
Uma viagem à Régua e ao Pinhão, vários jogos de matraquilhos ganhos e a bela da francesinha, juntamente com óptima companhia curam qualquer ferida.

quinta-feira, setembro 14, 2006

Procurar casa

pode ser um pesadelo.
Encontrar casa pode ser outro.

terça-feira, setembro 12, 2006

Vem aí o Outono

Hoje aqueci o leite ao pequeno-almoço.
Se por um lado tenho pena de deixar o sol e a pele morena, por outro espero ansiosa pelos dias mais frescos e as roupas mais quentes. Porque eu gosto muito do Verão, adoro o Verão e até nasci no Verão, mas cada vez gosto mais do Outono e do Inverno.
Tirem-me o calor, mas não me tirem a lareira, o sol tímido dos dias frios, o vento agreste e a chuva que dá vida.
É isso, estou pronta para o Outono.

sábado, setembro 09, 2006

Programação habitual

Ontem foi dia de festa. Cantaram as nossas almas, blá, blá, blá.
Tivémos cerveja (pouca, pelos vistos, para os alcoólicos do costume), vinho tinto e caipirinhas, feitas pelo mestre.
Eram os anos do mestre, pelo que não o obriguei a assar os chouriços, e assim sendo comemos mais batatas fritas. Péssimo, eu sei, mas eu não gosto de batatas fritas de pacote, por isso o único pecado foi a salsa mexicana (caseira, que eu tenho jeito para estas coisas) e o bolo de bolacha (obrigada, Inês!).
Conclusões da noite, algumas. Fumar na varanda suja a varanda. As crianças de três anos não gostam de caipirinhas e não é porque tenham provado, não, é instinto. Mais sumo para elas!
Dezoito adultos e uma criança (a de três anos) cabem bastante bem cá em casa, e não andava ninguém no quarto.
A vizinha do lado deve achar que é um relógio, porque veio cá ontem dizer que era uma da manhã. Nós agradecemos, mas temos horas certas, obrigada.
E, finalmente, para se fumar tabaco numa sheesha, convém não enfiar um guardanapo no tubo de entrada de ar, senão o ar não entra. Ah, e não dar ouvidos a "projectos de engenheiros".
É tudo. Over and out.

terça-feira, setembro 05, 2006

Ah,

e tenho gear e tudo! Um lindo capacete com flores rosa, uma campainha da Barbie e um cadeado todo pró!



Ok, quantos de vocês perceberam que aquilo da campainha da Barbie era a gozar? Quantos?
Agora a sério, é preta e faz plim, nada mais.

Acreditem!

Esvaziou-se de palavras e encheu-se de preguiça*.
Mas nem tudo são más notícias, porque no Sábado passado fui ao mercado do costume de bicicleta e só vos digo, estou viciada!

*Em jeito de resposta aos comentários do último post.

sábado, setembro 02, 2006

Ai vocês

queixam-se que eu não escrevo, não digo nada, parece que não estou cá, é?
Não vêem que eu não tenho nada para dizer?
Esvaziou-se-me a mente.

segunda-feira, agosto 28, 2006

domingo, agosto 06, 2006

SMS

"Carla*, Sagres estava muito calmo, quase não havia vento no Cabo de S. Vicente. Nem ias acreditar! A praia também sem muito vento, água um bocado fria, mas boa. :) Férias óptimas, portanto! Beijinhos!"

*Aqui, porque não tenho o teu número.

quarta-feira, agosto 02, 2006

Na oficina

Depois de algumas buscas e de alguns choques (200 a 300 euros por uma reparação simples?!), encontramos a oficina especializada e barata (ou seja, honesta) que pretendíamos. Aqui mesmo ao lado de casa, para que não digam que santos da casa não fazem milagres.
Lá dentro, apenas um calendário de menina arejada à vista, facto deveras intrigante, observamos tudo o que é feito dentro de um motor que mete respeito a muito carro novo (mais que não seja pela sua longevidade).
Desaperta daqui, insulta dali ("Ai, tão mal tratado, este carro"), reúne-se à volta do veículo um grupo de mecânicos a discutir o melhor procedimento e o diagnóstico acertado. Isso até eu sabia e não consigo desapertar um parafuso que seja à primeira! Adiante.
Concluo que só não dava para mecânica por duas coisas: de cada vez que acelerassem um carro, eu ficava surda (como de facto ia ficando) e lá se iam as minhas mãos, que eu tenho a pele muito fina para tanto óleo. De resto, era peixe na água. Ah, e resolvendo o probleminha dos parafusos, claro.
Resumindo: uma reparação rápida, muita simpatia, muita gente de volta do carro com interesse genuíno e as férias mais perto.
Parece que desta é que é. Até qualquer dia!

P.S. Para quem ficou intrigado, aquilo foi a mola do tensor que partiu, deixando o amortecedor da correia solto, tão solto que até desapareceu, ficando a dita correia sem apoio o que, perguntem aos maridos, é perigosíssimo para o carro.

sexta-feira, julho 28, 2006

Quase, quase

a ir de férias outra vez. Para quem achava que não ia ter direito a férias, até não está nada mal!
O local está quase, quase decidido, os planos de alugar uma bicicleta são reais, a vontade de ir todos os dias para a praia a pedalar existe. (A minha irmã exilada disse-me há dias que eu tenho ar de biker, eu ri-me. Talvez ela tenha razão.)
A vontade de cozinhar no campismo, este ano, não é muita, mas chegando lá dão-me as inspirações.
Entretanto, em jeito de preparação, um fim-de-semana de copos com primas vem mesmo a calhar.
Ah, claro, quero agradecer as dicas que me deixaram no post abaixo, estão a ser seriamente consideradas.

quarta-feira, julho 26, 2006

Almas caridosas da internet,

ouvi as minhas preces. Dizei-me, na vossa infinita bondade, se sabeis de alojamento em conta na zona de Lagos ou Sagres. Acalmaríeis as ansiedades de dois jovens à procura de férias descansadas e dentro do orçamento. Agradecida.

segunda-feira, julho 24, 2006

26 anos

no domingo passado. Estranhamente, festejei os 16 a combinar com o dia na mesma região do país. Dez anos depois, uns km para oeste, mais um dia feliz, com a sorte exclusiva da casa de fazer anos entre praia, sol e mar, tanto mar.
Não sei o que fazer dos 26. Estou deprimida, ainda que (algo) morena.

quinta-feira, julho 20, 2006

Férias prolongadas

Muito sol, muito mar e alguma vermelhidão que, espero, passará.
De férias until further notice.

quarta-feira, julho 12, 2006

Férias

Forçadas, mas apetecidas. Breves, mas bem gozadas (espero).
Volto para a semana. Portem-se bem.

terça-feira, julho 04, 2006

De repente, isto abre-se. E eu que nem tenho ideia de ter clicado em "Create", pensava que tinha fechado a janela. É um sinal divino de que vos devo importunar mais um bocadinho.
Como não sei o que dizer, só vou digo que tenho uma azia que até me queima a língua, estou absolutamente certa de que vamos perder com a França amanhã (mas desejo ardentemente estar errada) e não sei o que vou fazer para o jantar. Contentes?
Há cada vez mais homens a não perceber nada de futebol. E eu acho-lhes mais piada do que se estivessem ternamente a brincar com uma criança. (Pum, lá foi um ovário!)
As mulheres riem-se de uma maneira irritante. Pelo menos as que trabalham à minha volta.

Noutros assuntos,

o que tenho a dizer aos meus fiéis leitores e a todos aqueles que esperam ler alguma coisa escrita por mim mais do que uma vez por semana (calados, os três, estou a falar!) é que entupi.
Literalmente. Deixei passar muito tempo (e muita preguiça) sobre uns posts em draft genuíno, já que escritos à pressa no único pedaço de papel disponível, no comboio a chegar ao Porto, e agora parece que não posso escrever nada antes de os publicar.
Para já, para já, ultrapassei este pequeno obstáculo, mas aviso já que os tão famosos posts podem vir em número ímpar inferior a três e aldrabados na data. Ficam avisados, que o tasco é meu e eu limpo o chão com a mezinha que eu quiser.

Os amendoins

puseram-me o estômago em pedra, muitíssimo bem coordenado com os nervos, o prolongamento do sofrimento, a coca-cola e o "levanta, senta, levanta, senta" próprio de quem já não aguenta mais adrenalina.
Ficou uma promessa por cumprir, será que azarei o de amanhã? Bebo já a p#rr@ da cerveja toda!

sábado, julho 01, 2006

Bá!

Prós nervos. Eu tenho amendoins.

sexta-feira, junho 30, 2006

O jogo de amanhã

Detesto esta ansiedade pré-jogo. Por agora ainda é só uma imensa vontade de os ver outra vez em campo, mas amanhã por esta hora (quase exactamente) vou estar uma pilha de agoiros e nervos. É o trauma de ter visto o Benfica perder com o Milão (não sei qual deles, ó irmão, ajuda aí!) em Viena, na Áustria.
Por isso sei que, por mais entusiasmante que seja ver um jogo num estádio, não perco muito em não ter conseguido ver um único jogo na Alemanha.

quarta-feira, junho 28, 2006

domingo, junho 25, 2006

Quase 48 horas

de ausência fazem-me olhá-lo mais atentamente, com mais gosto ainda, apreciar que ele é lindo e que o adoro. Será que faz mal gostar assim tanto de alguém?

O nino é lindo!

sexta-feira, junho 23, 2006

Santo António já se acabou,
O São Pedro está-se a acabar.
São João, São João, São João,
Dá cá um balão para eu brincar!

A ver se a mana e o cunhado compraram um balão para lançarmos logo à noite.

Nunca percebi esta música: o S. Pedro é o último dos Juninos.

quarta-feira, junho 21, 2006

Uma amiga querida

está agora mais bem acompanhada. Parabéns!

Mudou cá para cima, para ter a visibilidade que merece.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 24

Acabou. Ganhámos 2 a 1, caso haja para aí alguém distraído.
Eu sei que sou uma insatisfeita, mas o golo do México caiu-me mal. Foi o primeiro que sofremos neste Mundial.
E agora a Argentina, para nos derrotar.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 23

Segunda parte. Até daqui a 45 minutos.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 22

Intervalo.

Estou a tremer.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 21

Estamos a pagar a lesão do Rooney no Euro2004: as equipas com quem jogamos fartam-se de nos marcar faltas e de nos magoar.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 20

Agora, se me dão licença, vou ver o jogo.
Prognósticos, só no fim.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 19

Olha a segunda oportunidade do segundo golo do México. Olha, não!

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 18

Olha o segundo golo do México.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 17

A culpa é minha, estava distraída. (Isto de ver o jogo e escrever no blog, ler comentários e responder aos comentários, enquanto se faz um download legal é multi-tasking na sua melhor forma e difícil como tudo, que eu não posso dizer asneiras online.)

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 16

Quase, quase a escrever que o Ricardo é quem nos vale, o golo do México.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 16

GOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLLLLOOOOOOOOOOOOOOO!!!

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 15

Drip, drip. Pinga, pinga, Figuinho!

Pede-se ao engenheiro cá de casa que não leia estas linhas, por favor.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 14

A vingança do México é lesionar o Maniche. Cojones!

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 13

O Blogger já deita fumo... Cof, cof!

Da série "Mundial em directo"

A Angola continua sem marcar neste Mundial, já com 13 minutos de jogo.
Vamos lá, Palancas!

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 12

O Humberto Coelho tem uma pronúncia quase exagerada. Fecha mais a boca, homem!

Eu gosto do Humberto Coelho.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 11

Ok, irmão, podes respirar de alívio e esquecer a vergonha: o México '86 foi um Campeonato do Mundo, já sei.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 10

(10 é um belo número.)
Confessem, em termos de treinadores de bancada, I'm as good as they get!

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 9

Cuidado com eles, que além de terem um equipamento feio, jogam muito.

Gooooooooooolooo!!!!!!!!!!!!!!!!

Ah, ganda Maniche!! E ganda Simão!

Lindos meninos, lindos meninos!

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 8

O que nos vale é o Ricardo. A prova de que a beleza não é tudo.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 7

E pronto, ainda antes de chegar ao segundo minuto de jogo, o México quase marca. Fiem-se na virgem e não corram, pancões!

Vamos ser devorados pela Argentina e só somos aperitivo.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 6

Só me ocorre: México '86, México '86.

Nem sequer sei que competição/evento era, baita ignorância!

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 5

O Figo é giro. Os mexicanos não.

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 4

Olha, parece que não. Para o México é a frijoles! Ainda têm de se qualificar. Fracos!

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 3

Este jogo é a feijões. (Ou não.)

Da série "Jogo de Portugal em Directo" 2

O hino mexicano é feio. Mas não mais do que aquelas mãos em jeito de saudação militar junto ao coração.

Da série "Jogo de Portugal em Directo"

O Scolari (afinal) canta o nosso hino.

terça-feira, junho 20, 2006

Batatas fritas

Um hamburguer com tomate a sério e pickles, muitos pickles.
Crumble de Framboesas com gelado.
Crepes, muitos, muitos crepes. De compota, de chocolate, de gelado.
Mas, acima de tudo, batatas fritas (com maionese ou ketchup).

E não te preocupes, ó companheira de dieta, isto são só desejos, não são concretizações.

Prevejo

muitos acidentes rodoviários, já a partir da próxima quinta-feira. Só para não dizerem que não avisei.

sábado, junho 17, 2006

O Mundial

é um campeonato triste, porque em vez de as coisas se decidirem pela continuação, decidem-se na eliminação. Só estamos felizes até pararmos de competir. Mesmo que vamos à final e ganhemos, será que vamos ficar felizes, quando tudo tiver acabado? Porque, caso não estejam atentos, aí acabou-se.
Não quer dizer que eu não goste.

quinta-feira, junho 15, 2006

Chove

como há muitos verões atrás, um em específico em que, no meu dia de anos, a trovoada era tanta que ficámos sem luz na aldeia da minha Mãe, onde eu passava férias.
O resto da família apareceu, quase disassociada, como sempre a sentia nessas férias na casa da Avó, com prendas e bolos. "Os Olhos de Ana Marta" e uma sensação melancólica de Outono implacável. Nunca gostei do Outono por causa disso. Era sempre a estação que levava tudo, acabava o Verão, as férias, os amigos.
Não me lembro de como li o livro sem luz, é provável que tenha sido uma falha temporária.

Houve outro ano em que uma trovoada nos deixou sem luz durante dois dias e meio. Foi quase como a anedota, tivémos de ordenhar as vacas à mão. (Mas ao menos havia palha para elas comerem!)
Os beijinhos eram mais fáceis de roubar às escuras.


A anedota é aquela do homem que tinha uma cabeça tão grande, tão grande, mas tão grande, que quando quis fazer um chapéu de palha, as vacas tiveram de comer pão com chocolate durante um ano.

terça-feira, junho 13, 2006

Tomai lá

já que eu não posso.

Areado (Crumble) de Framboesas

500g de Framboesas (ou outros frutos vermelhos; aconselho morangos, cerejas e amoras)
160g de Açúcar
300g de Farinha
160g de Margarina Vaqueiro (ou manteiga mesmo, que sabe melhor)

Lavai as framboesas (ou outros frutos) com juízo e secai com papel absorvente. Se congelados, não vos raleis: saltai a parte da secagem e ponde assim mesmo.
Colocai num tabuleiro redondo ou rectangular com os bordos altos.
Dentro de uma tijela, misturai o açúcar e a farinha. Juntai depois a margarina cortada em cubinhos e misturai com os dedos até ligar com a farinha. Cobri os frutos com uma camada de cerca de 1cm dessa massa. Cobri com a massa toda, andai, que é a mesma coisa, ora agora a medir alturas de massa, nunca mais era sábado...
Cozei no forno durante 20 minutos. Não me pergunteis a temperatura, que eu também não sei. Aí a meio, nem muito quente, nem muito frio.
Quando a crosta estiver dourada (é dourada, não é castanha), retirai o areado do forno e deixai arrefecer, aí uns quinze minutos ou até não poderdes mais.
Servi morno com um pouco de natas, diz a minha irmã, servi com uma bela bola de gelado, digo eu.
Lambuzai-vos, lambuzai-vos, que engorda, mas sempre é da maneira que comeis fruta.


Coitados dos antigos, que tinham de falar assim. Detesto especialmente os verbos irregulares, em que o imperativo se confunde com a primeira pessoa do pretérito perfeito.

Devia haver uma lei

que proibisse que gente como eu tivesse um blog. Eu devia ter um puzzle e ir calar-me para longe.
Ou escrever em tabelas, como o meu vizinho. Silogismo, silogismo, silogismo.

Ao proprietário do tasco montado no pátio da Rua de S. Tomé

Olhe que nós comemos aí um chouricinho que sabia a pato, bebemos duas imperiais sem nome e abusámos do pão.
Para o ano, prometemos não pagar também as sardinhas e a sangria, está bem?

Não tenho manjerico

Não gosto de cerveja.
Jantei pizza e crepes chineses/vietnamitas (no tempero).
Comi duas sardinhas, mas esqueci a salada (três euros e meio por uma salada!!).
Não dancei nos bailes, que ele tem pé de chumbo.
Não gosto das marchas, só dos que marchavam.
Sei o hino, mas não tenho bandeira.
Pergunta: Ainda posso gostar do Santo António ou é só p'rós da terra?

Ocorreu-me agora

É suposto vocês entenderem o que eu escrevo?
Não se macem!

O Santo

é casamenteiro. De seis, só se salva uma, sonhadora, não necessariamente nestas combinações.
Três euros e meio por uma salada!
A parvoíce é uma coisa muita gira de se observar, ao longe, mesmo quando vai de carro.
Os filhos impedem as pipocas e o sexo (?).
Escuteiros, roubadeiros.
As indicações são como os crepes, saiem-nos bem.
Os amigos que são amigos riem-se nas nossas gorduras e ficam contentes por nos ver. Os outros, dormem cá em casa. (Brincadeirinha!)
Se te esqueces das adições, esqueces-te do mais importante. Adição é mais. (Às vezes, a subtracção é inevitável.)
Olha lá, aquele não é o Edmundo?

Tarde e a más horas (e aldrabado),

mas é para uma amiga que merece. O quê, não sei, mas de certeza que ela estava a pedi-las.

As almôôôôôndegas
em cima do espargueeeeeeeeeeeeeeete!


Parabéns!! Que possas continuar a fazer anos longe de nós, que é a tua sorte!

quinta-feira, junho 08, 2006

Quando arrendámos a nossa casa, a "cozinha equipada" não tinha frigorífico. Rendidos às evidências e munidos de pensamentos poupadinhos, fomos à procura de um, ainda antes de termos assinado o contrato.
No dia de assinar o contrato eu estava em Viana do Castelo e portanto foi ele que tratou de tudo. Foi no dia em que nasceu a nossa sobrinha, mais ou menos à hora que ele assinava uma data de folhas e que ouvia a que deve ser a frase com a lógica mais retorcida que alguma vez ouviu (ou eu).
Afinal, havia um frigorífico. E eis o modo como o senhorio justificou a ausência do electrodoméstico. "Ah, o frigorífico vai para lá na Segunda. É que, sabe, o inquilino anterior era homossexual, e pelo sim pelo não... eu mandei-o limpar todo por dentro".

Não contente com a limpeza, na Segunda-feira seguinte o que tínhamos em casa era um frigorífico novo, cortesia do senhorio homofóbico.

quarta-feira, junho 07, 2006

As coisas que me ocorrem

diariamente (ou melhor, a cada segundo do dia) davam para encher três blogs. E também davam para chocar muita gente, que eu cá gosto de ser polémica.
É por isso que é muito bom não padecer de falta de Super-ego.

Já se nota, já se nota

Muita fruta, muitas saladas, muito juízo.

Parece promessa para o Mundial... Deve ser mais fácil rapar o cabelo.

segunda-feira, junho 05, 2006

Quando duas faladoras se juntam,

das duas três, ou falam em ligeiro atropelo constante, mudando de assunto vertiginosamente e falando de tudo um pouco, ou falam, falam, falam até uma delas ter de apanhar o comboio, aí uma hora, mais coisa ou menos.
Ou tudo isto em simultâneo.

Gostei muito!


E sim, eu fui ao casamento dela. Estava só a ver se te baralhava.

Agora a sério, não fui nada. A sério, não fui. Pergunta-lhe, vais ver que não fui.

domingo, junho 04, 2006

Os meus Pais

lêem o meu blog. Quero dizer, os meus Pais lêem o meu blog. Percebem? Os meus Pais lêem o meu blog.
Ou melhor, os meus Pais lêem o meu blog. Não, a verdade é que os meus Pais lêem o meu blog.
Está tudo dito.
Os meus Pais lêem o meu blog.

sábado, junho 03, 2006

Amolador

Mais de 70cm de lâmina, cinco facas ao todo. Dez euros e vinte minutos depois, estão todas aguçadinhas (afiadinhas?) e prontas a cortar melhor que nunca.
Até vir para Lisboa, nunca tinha visto um amolador. Era uma daquelas personagens, como as peixeiras ambulantes, de que me falavam como já tendo desaparecido há muito tempo atrás, antes de eu nascer.
Peixeiras só via em Viana, de vez em quando, na Manuel Espregueira (embora tenha a certeza de que as há pela cidade toda, não são exclusivas da Lota). Mas só as via no Verão, durante as férias.
Aqui na rua passam vários amoladores, em dias diferentes. Uns de que gosto mais, outros menos. Acho que nunca agucei as facas com a mesma pessoa, as preferências prendem-se apenas com factores monetários. (Sou uma forreta.)
O meu sonho é ser talhante.

sexta-feira, junho 02, 2006

Porque me apetece,

porque gosto mais de escrever do que de não escrever, porque isto está um bocadinho vazio, porque é quase, quase fim-de-semana, porque amanhã é sábado, porque me parece um bom prólogo para um carioca, porque o blog é meu e quem manda sou eu. Tomem lá mais um post em que não digo nada. (Estou a ficar mestre.)

A censura

é uma coisa muito feia. (E chata.)

quinta-feira, junho 01, 2006

Quando tivermos filhos,

tu vais ser o paciente, o calmo, o que não eleva a voz. Eu vou ser a stressada, a rígida, a que grita com facilidade.
Mas também vou ser a que dá colos, faz mimos e "deseduca". Tu vais ser o preciso, o rigoroso com horários e rotinas, o exigente.
Eu vou ensiná-los a fazer bolos e a brincar na água quando estiver calor. Tu vais levá-los a acampar, ensiná-los a montar a tenda e a fazer uma fogueira com pedras à volta e vão assar pão e tocar viola.
Estou ansiosa para que cheguem.

São só crianças

ainda que invisíveis. Mas vêem-se e custa muito.
O pior é que passa e depois o que se faz com elas?
Esquecem-se, quando as lágrimas que correram pela minha cara ainda cá estão, secas, salgadas? "Era só um filme", como dizia a minha Mãe quando as minhas irmãs viam filmes de terror?
Ainda não sei o que é suposto fazer com o que vi, o que senti. Mas sei que o que posso fazer é pouco, insuficiente, quase utópico. Não vale como razão para não fazer nada.
São só crianças e é só isso que querem ser. O Tanza, a Bilú, a Cat e o Ciro. Há mais como eles, muitas, muitas mais. Mas eu só tenho um colo, que está muito vazio. Vou ver se o encho de alguém.