Dizem "Ir a Roma e morrer". Nada podia ser mais pazzo. Roma é infindável, os Caravaggios para lamber multiplicam-se, as ruas para descobrir crescem e o prazer de estar simplesmente a beber um caffè numa esplanada a ver as pessoas passar ou um gin tónico no pátio de um bar enquanto se deita conversa fora com os meus irmãos é impagável e só se pode fazer a partir da segunda ida a Roma. Ou se houver muita dor de cruzes (velhos!).
Não vos alugo os irmãos, não, mas se pedirem com jeitinho, pode ser que eles queiram ir a Roma outra vez para repetir a experiência. Vocês pagam a viagem, claro.
E vivam os amigos que são tão espectaculares que nos emprestam a casa enquanto vão de férias!
quinta-feira, abril 26, 2012
O meu trabalho numa música. Genial. A música, o trabalho tem dias.
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sábado, março 24, 2012
Mas...não tens saudades de Portugal?
Não.
Tenho saudades do meu carro, de estar dentro do meu carro, de conduzir o meu carro, de conduzir o meu carro para Trás-os-Montes, a estrada e o sol de fim de tarde, eu dentro do meu carro, um cigarro aceso, Radiohead aos berros. Como da primeira vez.
quarta-feira, março 07, 2012
Olha, olha,
mais um post sem interesse nenhum! Tenho saudades de ouvir "A lack of color" no meio de Lisboa, tenho saudades de Lisboa, tenho saudades do sol, tenho saudades da casa que detestei porque estava vazia todos os dias quando eu voltava do trabalho.
P. S. Também tenho saudades do Blogger antigo. Irra, coisa mais feia!
P. S. Também tenho saudades do Blogger antigo. Irra, coisa mais feia!
Alergia
Hoje uma amiga pediu-me para lhe fazer um favor e testar uma coisa no site do (arghhh) Sporting, o que significava entrar na área de registo (quase me enganei onde dizia "registar-se como sócio", caraças) e ver o que aparecia. Tudo verde. Acho que estou com alergia.
quinta-feira, março 01, 2012
Mal informado
Este blog não sabe que a sua autora (propietária? eu nem sou proprietária da internet que powerfica este blog) arranjou trabalho e não tem tempo para estas tretas.
quarta-feira, fevereiro 08, 2012
domingo, fevereiro 05, 2012
quinta-feira, dezembro 15, 2011
Esquecidos na caixa do correio,
domingo, dezembro 04, 2011
É no que dá não ter televisão
"Não fales da tv com esse ar desdenhoso.A Hortense acabou de saber q a Evangelina,a melhor amiga,é amante do filho,o Sebastião,e o Edgar saiu finalmente do quarto pq a Amélia descobriu a patifaria da Clarinha,q agora namora com o surdo,irmão da Helena,q vai começar a trabalhar no consultório do Gonçalo,o amor da vida dela.'Remédio Santo' grows on you."
SMS tão grande que ficou MMS, não editado
SMS tão grande que ficou MMS, não editado
sexta-feira, dezembro 02, 2011
6 degrees of separation
Graus não sei quantos são, mas ironia, muita. Estar ligado, isso é para sempre, para o bem ou para o mal, ou melhor, pelo bem e pelo mal, mas estar ligado de uma forma quase cínica, hipócrita, a todos os que estão ligados ao outro lado, mas nunca ao outro lado. Isso não.
Porquê? Não sei. Não quero, não gosto, não acho que faça sentido, não quero.
Faz-me comichão? Alguma. Mas muito menos do que a garganta, por exemplo, que está neste momento a lançar uma ofensiva em todas as frentes, no que julgo ser a inflamação mais rezinga e birrenta de todos os tempos. Acoita!
sábado, novembro 26, 2011
Anormal
Perante a possibilidade de chegar a medidas extremas, temo mais que não sejam tomadas do que se confirme a minha suspeita. E dica e intuição e feeling.
Desta vez foi tudo calmo, não perdi ninguém na praia (on top of it), não fui insultada, não estive mais de duas horas de pé, não estive. À distância é mais fácil, sim. Ou não, já não sei. Nunca é mais fácil, espantosamente, é sempre mais difícil. Porque nós, pelos vistos, também não aprendemos com os erros, também nos esquecemos.
O que estranho é que depois de saber que está tudo bem, vai correr tudo bem, só consigo pensar que amanhã tenho de ir ao Auchan e espanto-me com a lista tão pequena e tenho de ir vestir o pijama porque estou morta de sono e amanhã o dia vai ser grande e eu sei que isto quando cair vai ser com força, mas agora está tudo bem.
Olha, olha, vem aí. Ah, lamento. Estamos fechados, por favor volte amanhã a uma hora mais conveniente.
quinta-feira, novembro 24, 2011
Adenda
Gostaria de pedir publicamente as minhas desculpas pelo veneno do post anterior. Eu às vezes esqueço-me que o mundo é dos burros.
Sobre-qualquer-coisa
Estou farta de gente burra. Gente que atropela a língua, especialmente. Mas sobretudo gente que, ao ser corrigida, diz que é de propósito. Ah, 'tá bem. É de propósito sem propósito nenhum. Não há punchline, trocadilho, nada. Só um erro. E, a julgar pelo resto do post, não vai lá com o "conhecendo X como conheço". A saber, minha querida: "pôr" tem acento, senão é uma preposição designativa de várias relações; não podes dizer "viaja" e depois "chegam", a falar do mesmo sujeito - ou é singular ou é plural. E finalmente, o mais grave (para todos): aprendam de uma vez por todas a distinguir formas reflexas de simples conjugações verbais, porra!
Há gente a quem não adianta ter uma pele fantástica.
segunda-feira, novembro 21, 2011
Croma
Não sei se o cor-de-rosa é alguma tentativa de indirecta do meu subconsciente para o meu consciente. Se calhar é o inconsciente, o mesmo que me faz sonhar com a Place des Martyrs. C'est pas mal, quand même! Os mártires a azucrinar-me o juízo, a meio da noite - no sonho e na realidade. Hmmm. Acho que isto pede um momento de reflexão.
Bruce, Bruce, tu vas tomber...
sábado, novembro 19, 2011
segunda-feira, novembro 14, 2011
Findel
O mal de não chorar no aeroporto é que depois passamos uma vergonhaça a chorar no autocarro, de volta à cidade.
domingo, novembro 13, 2011
Ioga
Lembro-me perfeitamente de uma época da minha vida em que conseguia atacar com a pinça o fundo da minha perna.
sexta-feira, novembro 11, 2011
Tão gira
No mundo das possibilidades, entusiasma-me mais a perspectiva de um emprego do que a perspectiva de uma relação. Queres ver que adultei?
quarta-feira, novembro 09, 2011
Low profile
Ninguém diria, pelo volume que a minha voz pode atingir, mas quer-me bem parecer que nasci para ser secundária. Lateral. Faço o mundo funcionar, nos seus limites pequenos que me confinam a vida, mas não faço nada que fique na história. Faço o jantar, a sopa, chego cigarros, cinzeiros, limpo cozinhas.
Diz o irmão que "Os mestres zen verdadeiros tinham empregos humildes e discretos, Ju."
Nem o "Ju" me anima por aí além.
Diz o irmão que "Os mestres zen verdadeiros tinham empregos humildes e discretos, Ju."
Nem o "Ju" me anima por aí além.
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