terça-feira, novembro 11, 2008

Como nunca serei

uma destas mulheres, posso afirmar com toda a veracidade que a conversa que decorreu na madrugada de domingo passado dentro do meu carro, ali para os lados do apeadeiro de não sei o quê que agora não me lembro, à porta de casa dela, e que durou um bom par de horas (ou dois),
essa conversa decorreu, toda ela, de carro desligado.
Se não contar o rádio ligado e o ocasional abrir de vidros para (mais) um cigarro,
que se há coisa melhor do que falar horas a fio com ela, falar até ver raiar o dia,
é falar com ela horas a fio até ver raiar o dia enquanto fumamos cigarros.
Nunca chega, por isso repetimos o feito no domingo à noite.
15 dias juntas, disse ela.
(que) Poço (tão) fundo.

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