segunda-feira, maio 31, 2010

Viva a tecnologia sem fios!

Descobri uma maneira de poder fumar e estar no computador ao mesmo tempo, que a casa da mana é smoke-free.
Trouxe a mesa para a varanda e montei uma bela work-station. Até se acabar a bateria do portátil, claro.

Reflexão muito mais pessoal sobre o FITEI

Entre a falta de interesse do meu editor e algumas xaropadas que já vi, acho que vou chegar ao fim contente por ter podido ver tudo, só para mim. O público que se lixe (pelos vistos).

sábado, maio 29, 2010

Reflexão pessoal sobre o FITEI

Dói-me tudo de tanto andar a pé e de correr para os espectáculos. E ainda agora começou...

quinta-feira, maio 20, 2010

quarta-feira, maio 19, 2010

Logo depois de eu alertar para um erro

numa sinopse de um filme (num site conhecido de um jornal diário ainda mais conhecido), recebo este email:

Bom dia Joana,
Muito obrigada pela sua correcção. Já alterámos a sinopse.
Espero poder contar com a sua ajuda em futuros erros ou gralhas que possam acontecer.

Cumprientos,

[Nome]

Quer dizer, isto assim nunca mais pára.

Nunca pensei dizer isto,

mas estas porcarias dos iogurtes magros com pedaços de cheesecake de limão são mesmo bons. Ainda assim, preferia o cheesecake. Magro ou gordo, eu não sou esquisita.

terça-feira, maio 18, 2010

A razão não pode nada,

quando a emoção diz sim. Felizmente não. Mas com (alguma) pena.

sexta-feira, maio 14, 2010

A manteiga diz

que tem 1/3 das calorias da manteiga normal. Pergunto-me se ao pôr três vezes a quantidade normal obterei o sabor da manteiga original, ainda que, hélas, com as mesmas calorias. Respondo-me quase imediatamente que não, escusam de experimentar.

quarta-feira, maio 12, 2010

Depois de uma conversa

que durou até às 4h da manhã, tenho mais medo das coisas terrestres no caminho até casa do que de Josefinas de cabelos secos debaixo de chuva.

Gosto de coleccionar anos e meses

Conto-os com deleite e vejo-os crescer, rebentos pequeninos transformados em troncos finos.
Seis. Ou 30.

terça-feira, maio 11, 2010

Ai, a nuvem

Não percebo o medo da nuvem. Por causa dela, o voo de uma amiga que vinha da Madeira foi transferido para Lisboa e eu ganhei uma estrelícia e um volume de tabaco por menos 8 euros. Só vantagens! (Sim, sou uma sortuda.)

Um clássico a € 3,50

Na verdade, ficou-me por € 3,15 (vantagens de aderente). Unputdownable. Ou não fosse o génio de Oscar Wilde, The Picture of Dorian Gray. O Gatsby aguarda melhores dias.
(Já posso pintar o cabelo?)

quarta-feira, maio 05, 2010

Apercebi-me agora

de que não vi nem metade dos filmes do Johnny Depp. Que raio ando a fazer com a minha vida, pergunto-me.

sexta-feira, abril 30, 2010

Puzzles, puzzles

No espaço de uma semana, por duas vezes confundi o som de "intimidade" com "intimidada". Ouvi "intimidade" em vez de "intimidada" e outra vez exactamente ao contrário. (Acho muito curioso que duas palavras com sentimentos tão opostos se possam confundir tão facilmente.)
Hoje deitei-me de manhã porque as coisas mesmo importantes, aquelas que nos custam falar, só se dizem (e ouvem) depois de horas de conversa.
E de repente estou outra vez a ouvir o sofrimento de uma amiga, o que custa parar, dizer basta, mereço mais, e penso que o Bruce anda danado, porque ou me quer moer o juízo, ou me quer ensinar muito.

terça-feira, abril 27, 2010

Dos livros

Armada em adulta, ando a ler os clássicos. (Foi um assalto a biblioteca alheia muito bem sucedido, devo dizer.)
Não sei porquê, depois de começar "Our Man in Havana", de Graham Greene, saltei para "The Great Gatsby", do Fitzgerald. Arrependo-me a cada página (e ando a remoer nisto), porque ou a linguagem (e quiçá a cultura) dos anos 20 é muito estranha, ou o jovem é muito bom rapaz, mas um grande chatinho. Insisto. Hei-de ler o raio do livro, nem que seja para dizer que o li!
E agora o Facebook sugere-me a Jordan Baker como amiga. Ele há Bruce ou não há?

segunda-feira, abril 26, 2010

Sonhei que ia ser ruiva

Só me lembrei ao ver isto. (Sim, releio o meu próprio blog amiúde. Sim, pode ser um sinal de egocentrismo. Não, I don't give a fuck.)
De repente alguém me malhou o cabelo todo de um loiro escuro arruivado, "para ir pondo o ruivo aos bocadinhos, para ser menos radical". (As cabeleireiras não são muito amigas do Português, nem em sonhos.)
E eu, desgostosíssima com as malhas, dizia que sim. E pensava "porque não tudo de uma vez? Que se lixe, agora pintar uma vez por mês, vai já tudo".
Não sonhei o resultado e não sei se isto era o Bruce, a minha estupidez habitual ou quê.
Se calhar eram as raízes a dizer-me "já pintavas o cabelo, já"...

sexta-feira, abril 23, 2010

Uma das grandes vantagens (se as há)

de estar desempregada, é ler. Tempo para ler. Vontade de ler. Fome de ler. E depois os livros, claro. Dissocio as duas coisas, como convém a uma cabeça tão complicadinha. Ler e Livros. Dois prazeres. (Em tempo de vacas magras, até de prazeres, uma pessoa multiplica e desdobra as coisas para renderem mais.)
O único senão é que os livros acabam e a fome não. (Ainda um dia hei-de escrever sobre o fim, o meu ódio preferido. Em tudo, filmes, livros, cigarros, músicas, comida, o fim é sempre mal colocado, na minha opinião.)
Assaltar as bibliotecas dos amigos é delicioso. Mas na segunda vou inscrever-me na biblioteca.
A juntar a esta lista, pequeninas mas importantes coisas. Descubro um café muito agradável, perto de casa mas longe o suficiente para arejar a cabeça, com internet wireless gratuita, onde se pode fumar. Aprendo caminhos. Saio de casa. Ganho uma amiga.
(Vamos ver quanto tempo dura o anúncio...)

segunda-feira, abril 12, 2010

Eu bem digo que isto é ininteligível, denso e mais não sei o quê...

Já cá andais há uns tempos, sabeis o que fazer para ver a foto maior...

Nota do Editor: a Redacção deste blog (que desde já declina ligação, autoria ou responsabilidade pelo conteúdo e opiniões expressas pela Direcção, ouviste ó sócras sócio!) gostaria de informar que para a realização deste post houve necessidade de recorrer a buscas exaustivas da definição e mote desta espécie de diário cibernético com que se chateia, a julgar pelo acima exposto, muito poucas pessoas. (Tive de ir ler o sub-título do blog, que a informação obscura foi-me dada de mão beijada.)

quinta-feira, abril 08, 2010

Na saúde, na doença e no ressono

Num mundo em que os casamentos ainda são para sempre ou até à morte - o que quer que venha primeiro, como dizia o poeta - conta-me a minha madrinha que uma grande amiga sua, em desabafo geral, diz que o marido ressona e que às vezes até tem de o empurrar para que pare, ao que a mãe dela, indignada, responde: "Ai, filha, tens de o deixar! Olha parecia tão bom homem..."