quinta-feira, agosto 27, 2009

O (meu) mundo desabou

Eu fiz o que sei melhor: chorei.
Continuo.

quarta-feira, agosto 19, 2009

Whisky cola

No terraço, com cigarros e irmãs. No jaccuzi também.

sexta-feira, agosto 14, 2009

Contrariar ideias erradas

Para aprender que é sempre assim. E ainda bem.

Obrigada à Mónica (e à Xana por me mostrar).

quinta-feira, agosto 13, 2009

Trabalhar com calor

é precisar de roupa fresca de aspecto decente. Tarefa difícil, mas esta semana safei-me bastante bem, entre vestidos (com bolsos) e saia. E para amanhã ainda tenho um vestido, worry not.
Posto isto, ainda bem que vou de férias no sábado, já não sabia o que havia de vestir mais.

No Top10 das perguntas esquisitas

"Vocês quando almoçam as duas vão a um restaurante de fumadores ou vêm cá fora de cinco em cinco minutos?"

Gosto de (II)

vestidos com bolso. Hoje é só um, atrás. Dá para desmarcar cenas mais pequenas.

Cheguei a casa

e estava lá o Rui Rio, em forma de fotografia em jornal/infomail de campanha. Começou logo bem, ainda não estava no elevador e já me sentia excluída - "Caro portuense", dizia ele. Ora eu não sou portuense. Sou trasmontana. Aterrei nesta cidade há 19 anos sem poder de decisão. Segundo os parâmetros de não sei bem quem, só se é portuense à terceira geração. Esquisitices, se quereis saber. Eu também não quero fazer parte de uma cidade que (não) me aceita.
Depois vieram as fotografias das obras realizadas. Ui, que maluqueira. Oito anos e quase reabilitaram 10 edifícios, entre escolas e habitações. Calma, ó gentes, isto não é um sprint.
Chego ao fim e não vejo sequer o padrinho. Mal empregado papel, sinceramente...

P.S. Padrinho, se por acaso estiveres a ler isto, não te amofines. Sabes que sou tua apoiante incondicional, mas não voto no teu partido. Vai lá à tua vida.

quarta-feira, agosto 12, 2009

Gosto de

vestidos com bolsos (como o que estou a usar hoje).
Dá para desmarcar cenas.

segunda-feira, agosto 10, 2009

Há SW e SW

O festival mais mal organizado de todos os tempos, trocas constantes de actuações, horas e dias, má coordenação de concertos, cartaz francamente fraquinho. Apesar de haver muitas coisas boas pelo meio, pena foi mudarem tudo à última da hora. Dissemos au revoir à Simone, infelizmente. Bunnyranch compensou.
E depois o outro lado. Acho que não há nenhum grupo de amigos que me faça rir tanto como este.
E os outros amigos que gostei de rever.
É muito estranho se eu disser que gosto do pó?

sábado, agosto 08, 2009

Post(ais) do Sudoeste II

A caminho do SW, passo em Lisboa. Casa, casa, casa.

Post(ais) do Sudoeste

Rum e cola no Alfa Pendular. Gosto de viajar assim.

sexta-feira, agosto 07, 2009

Oremos

Voltaren nosso que estais nas farmácias,
santificada seja a vossa fórmula,
venha a nós a vossa embalagem,
seja feita a vossa cura assim nas costas como ali mesmo, sim, aí, ahhhhh...
O comprimido nosso cada dia nos dai três,
perdoai-nos os nossos maus jeitos,
assim como nós perdoamos as nossas más posturas,
não nos deixeis cair em velhice e caruncho,
mas livrai-nos do mal.
Amén.

quinta-feira, agosto 06, 2009

Ahahahahahauuuuuu...

Senta-se à minha frente e diz: Eu e a Cristina tirámos à sorte para ver quem te fazia companhia e eu perdi.

Sem preocupações de ser correspondida,

apaixonei-me pelo Voltaren. Estou quase nova.
(Desculpa, afilhada.)

quarta-feira, agosto 05, 2009

terça-feira, agosto 04, 2009

Ai Ui

Dói deitada, dói de pé, dói sentada. Dói virar na cama, dói sair da cama, dói sentar. Dói levantar, dói beber água, dói comer, dói fumar. Dói estar aqui a escrever, mas como dói tudo e em todas as situações, escolho o mal que aguento menos mal. Dói queixar. Dói pensar. Acho que também dói um bocadinho a cabeça. Dói.
Já chega, Bruce. Eu porto-me bem. A partir de segunda, pode ser?
P.S. Gosto mais quando mandas postais.

segunda-feira, agosto 03, 2009

Só para irritar a minha irmã

Uma música dos Beatles de que gosto bastante, cantada por uma menina de quem gosto bastante também. Difícil decidir, mas seria qualquer coisa assim, por ordem decrescente de gosto: Beatles, música, menina. (Já 'tás irritada ou posso irritar-te mais?)

Uma pessoa tem de se rir

O meu irmão e a minha Mãe discutem preços de melancia na cozinha. 15 cêntimos o quilo no modelo, passe a publicidade. Quero três tigelas!

Sopa

A provar que isto anda tudo maluco, sopa. A sopa. Desejos de comer espinafres e vai a Mãe e faz a melhor sopa de espinafres que comi nos últimos tempos, que por acaso são bastantes, porque não sei se já deu para reparar, mas eu como pouca sopa. Ou como pouco, tout court.
Mas aquela sopa, a rivalizar (ganhando!) com esta, eu comia até ao fim dos meus dias. Porque é que a sopa não se pode fazer de uma fonte inesgotável? Eu queria.

Por acaso não foi bem,

bem assim. Foi mais: olha umas luvas. Parecem as minhas. Que estranho, parecem mesmo. Espera, são as minhas! Cérebro a tentar arranjar uma explicação paranormal para não enfrentar os factos. Como é que vieram aqui parar? Eu não tirei nada do carro, tirei? Se calhar tirei... Não, não tirei. Assaltaram-me o carro!! Pois, cá está o vidro partido. 'Tadinho do Dudu!!
Foi assim.

Mais do que para,

os amigos vêem-se nas ocasiões.

domingo, agosto 02, 2009

Num segundo

Oito da manhã e a sorte com o estacionamento vira-se contra a condutora, uma par de luvas no chão e muitos milésimos de segundo entre luvas, parecem as minhas, ui, como é que vieram aqui parar?, visão do vidro partido, os dois porta-luvas abertos, o choque.
Não há recolha de impressões digitais, desaconselham-me a apresentar queixa, ficaram os CD's e a antena, levaram o comando da garagem.
Durante este tempo todo, do computador do agente que anotou a participação saía a Joan Osborne a perguntar se deus fosse um de nós. Any thoughts, Bruce?

sábado, agosto 01, 2009

Estatística

Quatro combinações de três. Ou isso.

sexta-feira, julho 31, 2009

Partir Vs. Ficar

Ontem estava a sair de Gaia a pensar que afinal não é assim tão complicado, tempos houve em que não me entendia naquela cidade, e depois enganei-me e virei para Lisboa. Saí para a A29 e debati-me com a vontade de ir em frente, Lisboa it is!, e a necessidade de voltar para trás, nem sequer tens gasóleo para chegar a Lisboa. Presa por vontade própria, concluí. Há coisas piores.
Depois cheguei a casa e, numa troca de mensagens com o meu gay preferido, prometo que caso com ele só pelo bolo de laranja e digo-lhe que me deixe dormir. E a resposta fez-me adormecer a rir.

segunda-feira, julho 27, 2009

My thoughts exactly

Predicaments of the chocolate eater

Tenho o banco do carro todo sujo, sob risco de ficar com as calças às manchas castanhas. Sinceramente...

sexta-feira, julho 24, 2009

quinta-feira, julho 23, 2009

O gajo voltou

Meio a medo, com aquele ar de quem não andou a fazer boa coisa, mas mesmo assim pouco preocupado. Eu mal lhe falei, já sei que não dura muito e que estou casada com o gajo mais infiel e instável que existe. Só não peço o divórcio porque ontem comi dois pratos da melhor sopa de feijão verde e tomate de que me lembro.

quarta-feira, julho 22, 2009

Empréstimo



Empresto a minha preferida, a que salvaria se pudesse ter só uma, especialmente para ela.

ah, mas agora queres ter filhos!

eu sempre quis ter filhos...
sim, mas agora pensas nisso.
eu sempre pensei nisso...
'tá bem, mas agora fazes planos para isso!
eu sempre fiz planos...
chata!
pois sou.

terça-feira, julho 21, 2009

O Bruce a dar-me abébias

e eu a não saber aproveitá-las. Burra, Bruce, burra.

Quando se diz

"dormi como um bebé", a pessoa quer dizer que adormeceu a chorar ou que dormiu muito bem ou quê?

No sábado

pensei numa frase fantástica que ia escrever aqui. Tinha qualquer coisa a ver com os meus anos, o facto de estar em Lisboa, a sensação de estar em casa novamente, a diversão com os amigos. Mas depois esqueci-me. Tem qualquer coisa a ver com os meus anos, o alzheimer e a falta de sono que ainda me mata antes de eu chegar aos 30.

sexta-feira, julho 17, 2009

29

Isto é como o Porto de que eu não gosto, fica melhor com os anos? Parece-me bem.
Vou gozar a felicidade instalada para a minha cidade, bom fim-de-semana!

quinta-feira, julho 16, 2009

A história

A minha Mãe diz que entrou em trabalho de parto às 8h da manhã, não me lembro se eram contracções ou se lhe rebentaram as águas. Fazia muito calor, como é suposto em Trás-os-Montes a meio de Julho, e o meu Pai queria ver se eu ia (vinha) nascer ao Porto, como o meu irmão. Ao quarto filho, em trabalho de parto há algumas horas, muitas delas numa estrada infernal que serpenteava de Mogadouro ao Porto, a minha Mãe mandou-o parar e eu nasci pouco depois, com apenas "dois puxos", numa das maternidades de Mirandela. (Não sei qual, mas agora também não faz diferença nenhuma, que estão as duas fechadas. Eu não votei no gajo!)
O meu Pai diz que na noite anterior decidiu ir dormir a casa, depois de muitas viagens de trabalho pelo país fora, não fosse "o crianço" querer nascer. Diz que chegou noite dentro e acertou. Pelo sim, pelo não, foi mudar o óleo ao carro antes de levar a minha Mãe para me ter, "porque tinha feito muitas viagens e queria estar seguro". Demoraram duas horas a sair de casa, depois do primeiro sinal de parto. Chegados a Mirandela, o meu Pai raciocinou: ora eu estou cheio de fome. Se correr mal, aguento melhor de estômago cheio. Se correr bem, tanto melhor, já estou almoçado. E foi almoçar, enquanto a minha Mãe tinha (mais) uma filha dele. Passado alguns anos, para se redimir, pregou-me a cama nº 2 da Aval de Cima, que se tinha partido.
Eu devia estar totalmente ganzada e out of it, porque não me lembro de nada. Nasci num dia perfeito, à hora perfeita: 13h45.

Por email: prenda II, com sugestões

olhó beicinho...

a trazer café de manhã

Happiness is

a warm gun
a bag full of clothes (wearing brown top today)
Obrigada!

quarta-feira, julho 15, 2009

Às vezes,

as saudades são tão fortes que, se tivesse olfacto, diria que me cheira a Trás-os-Montes nas ruas do Porto. Ontem estava sol e, em vez de ir para casa, apetecia-me conduzir até lá e ir apanhar cebolas. Isso mesmo. Apanhar cebolas e estar com eles sem pressas, sem compromissos difíceis, só o sol e a terra e o ar. As saudades fazem-me ter vontade de chorar, ouço a música e lembro-me de Setembro e eu que sempre detestei Setembro, Setembro é o maior dos meses, onde cabem cebolas e luares magníficos ainda de dia e amoras e a terra solta e seca toda dentro dos sapatos. Apeteceu-me chorar quando a minha mãe disse que ligou para a minha madrinha, mas que não estavam, "tinham ido à horta". Eu dava tudo para estar lá com eles, terra nos sapatos, feridas nas mãos, dores nas costas, tudo.
Apeteceu-me chorar com as saudades. Mas também está para me vir o período.

terça-feira, julho 14, 2009

Devo estar com pressa,

porque já é a terceira vez desde ontem que penso que amanhã faço anos.

No sábado,

a caminho do concerto que não foi, ocorreu-me que a incoerência é o maior sinal de imaturidade.

(Vi Peter, Börn and John e Nouvelle Vague e vim-me embora antes de dar hipótese aos The Gift, que não há pachorra - para o caso de quererem saber.)

Frase do dia

"Deus deu-me este dom de apanhar pessoas." in JN

8h da manhã



Happiness is a warm gun. Ou mensagens cómicas no telemóvel.

sexta-feira, julho 10, 2009

Obscuridade

Cá fora o sol era forte e branco. Dentro da igreja era tudo preto. Foi como passar uma porta para outro mundo. Esqueci-me da falta de vontade de estar ali, de não saber o que lhes dizer, da vontade de ficar lá fora e sentir o Reino maravilhoso como ele é. (E ele estava tão Maravilhoso.)
Também percebi que não gosto de preto.

quarta-feira, julho 08, 2009

Claridade

Hoje no metro vi um homem com uma cabra por uma trela.
Ora bem, note-se que uso a localização "no metro" como uma definição espácio-temporal, ou seja, "quando eu estava no metro". O homem tinha, de facto, uma cabra que puxava por uma trela. Ia dentro do metro comigo? Não. Então onde estava? Lá em baixo, no campo. Porque puxava uma cabra por uma trela? Desconfio que era para a prender num canto do campo onde a ia deixar a pastar, mas eu não percebo muito de gado caprino, podia ser por outra coisa.
Tudo clarinho? Óptimo.

terça-feira, julho 07, 2009

Expiemos os nossos pecados



"Eu quero ser como tu". Na versão das cassetes que conhecia em miúda, "Oh Mogli, eu quero ser igual a ti". Oremos.

segunda-feira, julho 06, 2009

Correndo o risco de ser processada

anuncio ao mundo. Ou melhor, às três pessoas que lêem isto (vocês sabem quem são). Partiu-se um vidro da Casa da Música. Dos curvos. Daqueles que fazem pensar como será possível fazer uma peça daquele tamanho. Julga-se que terá sido numa montagem de um evento. Pior, parece que não é um, é "mais um" vidro partido. Entristece-me. Mas não mais do que a possibilidade de ser processada. Apesar de não ter assinado qualquer tipo de acordo de confidencialidade. O que é tão tonto como deixarem partir um vidro da Casa da Música.
Amateurs.

domingo, julho 05, 2009

Anda para aí uma seita

de gente que diz não me entender. Ora vamos lá ver se nos entendemos: seja porque sim ou talvez porque não, é de propósito. Além disso, está tudo avisado, vide subtítulo do blog.
Quanto à razão, ouçam o Manel Cruz: as razões, não há razões. It's all for the benefit of Mr. Kite.

Sonhei que sim

mas não gostei. Ou seja, na hora do grito, eu disse nããããoooooo!
Coisa tão estranha, mas o subconsciente lá saberá.

sexta-feira, julho 03, 2009

Eu vi logo que não durava muito

Elogia-se o gajo, ai que finalmente decidiu dar-me um descanso e pimba!, toma lá uma tranquilha para não te armares em esperta. Não faz mal, já sacudi o pó e olha, nem sequer fez ferida.
Às vezes parece que és parvo, Bruce!

quarta-feira, julho 01, 2009

Afinal

faltava pagar a conta da água, pedir ao vizinho que ficasse com o correio, desligar as arcas e avisar o senhor da cerveja que não viesse mais.
Aproveito para dizer que a vida é uma filha-da-putice que algum ainda maior filho-de-sabe-se-lá-quem inventou para nos lixar, que foder é muito forte. Pois seja. Hoje disseram-me "não tem cá nada" e foi a melhor coisa que já ouvi em dias da minha vida.
E olha que se calhar... isto fechar também dá muito trabalho, até porque eu só tiro cafés de vez em quando. Ficamos assim, eu com a minha e tu com a tua. (E a comporta de barragem improvisada num bocado de madeira na mão, há coisas que nunca se esquecem...)

Por motivos de força maior,

totalmente alheios à vontade da direcção, informamos os estimados clientes que estaremos encerrados, sem data prevista de reabertura. Pelo facto, pedimos as nossas desculpas.
Recomendamos os finos do tasco ao lado, sempre são mais frescos.

(Eu)

Estou cansada. Ainda mal comecei e já estou cansada.
(Viver cansa.)

segunda-feira, junho 29, 2009

Francisco

Cansado. Estava cansado. Queria chegar a casa e ser um estereótipo, não ser ele mesmo, chegar e dizer "puuff, estou derreado, não me chames para jantar, vê se sossegas os miúdos que eu não posso ouvir ninguém, leva tu o cão à rua, fazes favor", mas não havia cão, por isso ele diria "o lixo", ao que ela lhe responderia, incrédula de certeza, "eu não fiz jantar, os miúdos já vivem há muito nas casas deles e quem leva o lixo é a empregada, de manhã - o que é que tu tens?".
E é por estas e por outras que ele chegava sempre a casa com um sorriso colado à cara, dizia "olá, querida, como foi o teu dia" sem esperar ou ouvir a resposta, enfiava-se no escritório e delapidava o whisky como quem bebe água. Só conseguia ser o estereótipo que não conseguia ver.

Todos os dias

Amigos.

quinta-feira, junho 25, 2009

Apercebi-me agora

Tenho saudades do puto. Por ele, pelo descanso que era tratar dele e pela infindável inspiração que me dava para posts todos os dias.

"Olá, estás bom?"

"Há quanto tempo! Já tinha saudades."
O meu não-apetite voltou.

Jigsaw falling into place

O Bruce ligou-me. Falou com a voz do Thom Yorke, dentro da minha cabeça, e cantou o refrão todo de uma música que eu não ouvia há meses. Entrei no carro e fiz-lhe a vontade, sem sequer ter a certeza de ser aquele o álbum. Era. E ele retribuiu, hoje vou dormir a anos-luz do sítio onde acordei.

quarta-feira, junho 24, 2009

O dia amanheceu por volta das 6h

Eu vim para casa e dormi, não tanto como queria porque estou a ficar velha (ou doente) e não consigo dormir até depois do meio-dia, não interessa as horas a que me deito. Não martelei ninguém, aliás, só vi um martelo cá em casa, ignorei os restantes, que felizmente não entraram em contacto comigo. Foi um excelente S. João? Foi, sim senhora! Como sempre.

terça-feira, junho 23, 2009

O patrão diz-me:

"Se calhar era melhor não vir amanhã, não faz muito sentido."
Eu ouço:
"Não me apareças cá toda remelosa e ressacada amanhã, fica mas é em casa que eu para ver desgraças ligo o telejornal!"
Either way, I have the day off!

Troquei de Santo

Em boa verdade, já foi no ano passado. Mas este ano tenho (mais) gosto nisso, não sei explicar.
Em boa verdade também, não preciso de muitas desculpas para fazer caipirinhas e deliciar-me com sardinhas e pimentos assados. No terraço, se não chover. Muito bem acompanhada, chova ou não.
E não é verdade que não goste de sardinhas, gosto sim senhora. Mas gosto mais ainda de fazer caipirinhas (e de as beber), porque podem não ser santas, mas são Ju(a)ninas.

domingo, junho 21, 2009

Rita

Isto não pode ser assim. Tem de haver outra maneira. Mais simples, mais fácil. Será sempre assim? Mas como é que se aguenta? Não sei se tenho estofo para isto. Sempre isto. A angústia, os gritos, a raiva, a falta de paciência. Podiam sair e pronto, acabava o drama. Aliás, qual é o drama? Onde está o drama? Falta de pachorra para isto, sinceramente! Ou pachorra de santo, não sei. Já aturei tanto, porque não mais um bocadinho? - porque isto tem de acabar em alguma altura! Juro que não vejo onde está o drama, porquê tanta perda de tempo, tanta palavra repetida, tanto sentimento em vão. É mesmo isso, sentimentos em vão. De escada, de preferência, em direcção à saída. Não sai? Saio eu. Sem até logo, vou-me embora, só sair e respirar outra vez, finalmente.

Don't question my authority

A mais genial música de Radiohead. Two and two always makes a five. Fez-me descobrir que o volume máximo do meu carro não me fura os tímpanos, mas também pode ser da alergia que me tapa os ouvidos. (É o 62, já agora.)



Não recomendável em volumes baixos. Favor redobrar a atenção a partir do minuto 2:26 para ver (ouvir) o que é genialidade. (E o vídeo também é muito bonito.)
Oh, hail to the thief.

sexta-feira, junho 19, 2009

Luís

Apenas o vermelho do cigarro aceso na escuridão e o som do trompete a envolvê-lo. Fá-lo pensar em cinzeiros cheios em mesas cobertas de papéis, garrafas, copos. Papéis rasgados, papéis escritos, cheios de palavras em catadupa que fluiram da caneta, garrafas vazias de cerveja e copos com restos de gelo e whisky, agora água e whisky. Uma noite inteira a pôr no papel tudo o que tem, era a mão que escrevia ou a caneta sozinha, ensinada? Não interessa, já não interessa nada porque a música acaba quando esmaga o cigarro no cinzeiro. Desliga o carro e sai. Será que ela está lá?

Prepotência

Isto de o blog é meu é muito giro, mas dá em ter o tasco com cores horríveis que ferem os olhos só porque sim. A gerência pede desculpa pelo incómodo e promete melhores lembranças nos próximos tempos.

Mal-disposta

Algo me diz que beber meio litro de água de golada é capaz de não ter sido boa ideia.

quinta-feira, junho 18, 2009

Hoje de manhã

abri dois blisters novos de lentes e decidi fazer uma experiência: pus a do olho esquerdo no olho direito e vice-versa. Acho que andava com as lentes ao contrário desde Março. Next move: find the culprit.

Das convicções

Às vezes acho que sou um bocadinho radical. Nature knows best e, se pensarmos bem, a espécie humana evoluiu no meio do mato, a viver em cavernas e a fugir de animais selvagens - ou a caçá-los. Ri-me muito uma vez em que uma amiga me disse que é muito perigoso andar com crianças ao colo na rua, "porque se cais, o bebé fica debaixo de ti". Ahahahah!
Mas hoje vi um casal numa mota tipo vespa, em que a mulher (de capacete, granted) levava um bebé ao colo entre ela e o condutor. Pá...

quarta-feira, junho 17, 2009

Está calor

Tenho as mãos inchadas de um dia inteiro no computador. O meu cérebro enche-se com vidas alternativas e os dias sucedem-se sem grande distinção. Hoje é quarta-feira, o que quer dizer que amanhã é quinta e sexta tenho de tomar uma decisão que é capaz de ser um bocado parva, vou, claro que vou, mas como é que posso ir sem vontade? Logo se vê.
Nunca gostei de mergulhar em rios por causa dos terrores de infância sobre "remoinhos", mas dava o mindinho por uma piscina, pode ser a de Moledo, volto já.

terça-feira, junho 16, 2009

Um domingo, às 7h da manhã

Ia tão envolta nos pensamentos depois de uma noite inteira de pé a conversar e na música que tocava alto no carro que nem sentiu quando um carro não parou no sinal vermelho e chocou contra ela a grande velocidade. Morreu sem atrapalhar o trânsito.

Queria ser ruiva,

mas desaconselharam-me. Agora pareço apenas um tigre da Malásia. Ainda não decidi se gosto.

sexta-feira, junho 12, 2009

Daringly bold

Sou uma irresponsável. Ir-res-pon-sá-vel. Pleonasticamente.

quarta-feira, junho 10, 2009

Moção

Este blog devia ser apagado até Outubro de 2007. All in favour?

Às vezes apetece-me

fazer comentários ao meu próprio blog. Acabava-se o ininteligível e o denso, garanto.
Exemplo: não seria da merda que aí vinha? Foi uma limpeza!

Feriado

terça-feira, junho 09, 2009

Pronto, estragou-se

Tantas vezes a ouvi, que se riscou. Dou-lhe descanso enquanto descubro o resto do álbum. Mas acho bem que fique boa depressa.

Estou mal-disposta

É o segundo dia consecutivo. Nada de tirar conclusões precipitadas (e erradas).

Dedicada

How come I end up where I started
How come I end up where I went wrong 
Won't take my eyes off the ball again
You reel me out then you cut the string
How come I end up where I started
How come I end up where I went wrong 
Won't take my eyes off the ball again
You reel me out then you cut the string 

You used to be alright
What happened?
Did the cat get your tongue

Did your string come undone
One by one
One by one
It comes to us all
It's as soft as your pillow 

You used to be alright
What happened?
Etcetera etcetera
Facts for whatever 
Fifteen steps
Then a shear drop

15 Step - In Rainbows
Radiohead

segunda-feira, junho 08, 2009

O Bruce é parvo

Era isso.

Julgo que isto significa que tenho de dormir mais

Sou incapaz de um pensamento coerente até meio da manhã. Mais ou menos agora, portanto.

Confissões

me: qdo estou a dormir tenho um alter-ego que se chama "fuck off and die!"
n tem nada a ver ctg

Ou então começo a desligar o telefone.

Wishlist

Com esta.

domingo, junho 07, 2009

Votar

Voltar à escola onde agora os toldos entre pavilhões me parecem minúsculos, do alto do meu metro e sessenta.
Mudaram a minha secção de voto para o C. Entro na sala onde me lembro de aprender inglês, "olha, lá no teu instituto" e eu sempre a dizer que não andava em instituto nenhum, mas ela "no teu instituto usam" sempre a insistir, professora mais chata, sei que devo ter aprendido muitas mais coisas, mas é das aulas de inglês que me lembro, entro, dou os meus documentos, espero que me encontrem na lista, recebo o boletim, vejo-o para confimar onde vou pôr a minha cruz, faço a cruz sem tremer, dobro-o em quatro, saio. Estraguei muitas mochilas naquela escola, sempre a fazermos slide pelos corrimões, no 5º ano cheguei atrasada a uma aula de inglês e era teste e eu não me lembrava. Sentei-me separada da turma, acho que ela sabia que copiavam por mim, fiz o teste e saí mais cedo. Como é que eu havia de me lembrar de outra coisa que não as aulas de inglês? Ah, e as de música, todos cá fora a ouvir os sons da rua, eu não ouvia nada e aprendi a ouvir muito mais. Quando estava com ele fazia isso muitas vezes, identificar os sons na rua, sempre a pensar na professora loira que dizia "o pai das minhas filhas" e me ensinou tanto.

Sábado

Sair sozinha. Estacionar, entrar, dizer o nome, não pagar.
A companhia, a conversa e a noite toda valiam bem mais do que os quinze euros que não paguei. Valeram.

Estou acordada

para daqui a pouco a acordar. Mas preferia estar a dormir e acordá-la in loco, com uma barreira colossalmente boa entre nós, ainda que ela saísse (mais uma vez) a gritar da cama. Népias, gaja, vou dormir! Depois falamos.

Mmmmm...

Acho que vou dormir.

sexta-feira, junho 05, 2009

"Apagar todas as mensagens da Caixa de entrada?"

"Sim" Apagou umas 900 até eu me fartar (ainda ficou com mais do dobro) e depois tive de o desligar porque se engasgou. Já não está azul.

Queixo-me

da ciática do bem. Ela responde-me da sala "isso não é ciática, é o corpo que não está habituado a trabalhar!". Calo-me.

Pondero

pô-la em repeat até adormecer ou me fartar, whatever happens first.

Taquicardia é

pensar que a Dona Natália pôs o frasco a lavar depois de arrumar o quarto do bro, que não está cá porque anda a laurear a pevide em Barcelona, o animal! (A inveja é uma coisa muito feia, é.) Mas não pôs, sosseguem.

Hail

To The Thief to the master. Eu ainda não sabia, mas agora já sei. Mesmo.

quinta-feira, junho 04, 2009

Beware, bunny

O único defeito

que aponto a Radiohead é pararem. Uma pessoa está a ouvir e a música pára, o álbum acaba.
Excesso de repetição? Não existe. Cansaço de músicas que já conheço? Nada. Ainda tenho um álbum por descobrir, pelo que me diz um amigo - Hail to the thief, que muito poucas vezes devo ter ouvido.
Estou agradavelmente surpreendida, mais uma vez. No surprises (here).

The phone has the blues

Desligou-se e agora está todo azul. Eu acho-lhe piada.

quarta-feira, junho 03, 2009

A ciática,

a ciática é que é o grande sinal de velhice. And it's killing me. Maldito bem que faço, que me faz tão mal.

Parece que isto fez anos

e eu não me lembrei. Quatro. Qualquer dia começa a dizer qualquer coisa de jeito.

terça-feira, junho 02, 2009

O efeito de 1h de sono numa noite

só se sente 24h depois. Ou continua a sentir-se, não sei.

segunda-feira, junho 01, 2009

O factor cigarro

Quando tenho fome e não posso comer, fumo um cigarro e passa-me. Paradoxalmente, quando não tenho apetite e tenho de comer, fumo um cigarro e ajuda-me.
Outras utilidades: vontade de fazer chichi e não ter wc; sede e não ter água (como na manhã em que levantámos barraca do SW); sono; (paradoxalmente) insónias. Só não resulta com as brasileiradas foleiras que passam à hora de almoço no café aqui ao lado.

Desconhecida

No constante zapping de músicas e álbuns no carro, acho que nunca tinha ouvido esta. Maravilhosa, perfeita para a hora.

De irmã do amigo,

passei a amiga. Quando ela nasceu, promoveram-me a tia. Ontem à tarde, pelo meio de histórias e risos na esplanada, disseram-me que sou uma "good minder".
Hoje convidaram-me para ser a madrinha da "maria escandalosa", no melhor sms de todos os tempos.