Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, março 07, 2012

Olha, olha,

mais um post sem interesse nenhum! Tenho saudades de ouvir "A lack of color" no meio de Lisboa, tenho saudades de Lisboa, tenho saudades do sol, tenho saudades da casa que detestei porque estava vazia todos os dias quando eu voltava do trabalho.

P. S. Também tenho saudades do Blogger antigo. Irra, coisa mais feia!

terça-feira, outubro 25, 2011

Fiz as contas e foram 5 meses

Demorei 5 meses a tirar as minhas coisas de . OK, é um número grandote, mas 5 meses, people. Não foi nenhuma vida ou outra eternidade qualquer. Foram 5 meses.
Já perdi a conta aos outros.

The L word

No preciso momento em que finalmente me cai tudo, estou cá, sou emigrante (e struggling, porque ainda não tenho emprego, ainda não?, não!), vim, assentei arraiais, percebi o sistema de autocarros urbanos, tenho conta no banco, cartão da biblioteca e outras tretas do mesmo calibre, nesse preciso momento, senti-me como o Filipe quando tentou imaginar como seria se não existisse a distância, só que em vez de gritar, chorei, porque estava a ouvir a Cristina Branco e tive muitas saudades de Lisboa.

segunda-feira, abril 04, 2011

Sexta

Chego a Lisboa com uns escassos cinco minutos para trocar de autocarro e fumar um cigarro. Podia ir à casa-de-banho, que já lá vão mais de quatro horas, mas uma pessoa tem de ter prioridades na vida.
Pergunto ao motorista se já está a sair, responde-me no maravilhoso cantar do Alentejo para onde vou que não, ainda tenho uns minutos. "Vou só fumar um cigarro, venho já, pode confiar." Pára a meio de meter a minha mala no autocarro, ri-se e diz: "Fumar um cigarro?! Ainda se fosse para ir à casa-de-banho, agora fumar um cigarro?!" A casa-de-banho aguento eu bem, digo-lhe já a caminho da porta, e ainda ouço "Ai, estas mulheres modernas...", mas naquela maneira tão linda de falar nada me chateia.
Volto três minutos depois e, ao dar-lhe o meu bilhete, compadece-se de mim: "Do Porto a Lisboa sem fumar, devia vir aflita!". Não tive coragem de lhe dizer que fumei em Fátima.

Lisboa continua feia

Prédios gigantes, feios, ruas escuras e os prédios cheios de luz branca e fria, feios. Às 22h há trânsito para entrar na cidade, na pior perspectiva possível, que é o Alto do Lumiar, feio, tudo cheio de carros, feios. O Eixo Norte-Sul com trânsito lento, feio. Até o Jaguar que vi a seguir a Telheiras (prédios feios, tudo feio) era feio. A Praça de Espanha, feia. As ruas por trás da Praça de Espanha, feias. O terminal dos autocarros, de fugir.
E a sensação é a mesma, cheguei a casa que me serve como umas pantufas (ainda que feias). E é nisto tudo que Lisboa continua linda. Porque todos os prédios feios são Lisboa, a Lisboa de calçada branca, sol imperdoável, luz fascinante.
Continuo apaixonada.

sexta-feira, junho 18, 2010

"Lisboa adormeceu,

Já se acenderam
Mil velas nos altares das colinas"

Imagino Lisboa a dormir, repousada, durante toda a noite e parte da manhã, enquanto as multidões dançavam, bebiam e cantavam. Lisboa já não deve ter pachorra para os humanos com as suas cervejinhas e as musiquinhas e os copinhos de plástico todos no chão. Dorme descansada, alheia a tudo, e quando acorda, a indiferença é total.

Chama o sol incandescente, aquece as ruas na luz amarela e diz ao rio que brilhe. E a sensação é, ao mesmo tempo, de encantamento e de humildade. (Nós ali todos ao pé de uma igreja e sem saber do terramoto...)

quinta-feira, junho 17, 2010

O Santo António acabou no São José

Estava eu toda enlevada com a cidade que adoro, aquele sol amarelo que aquece as calçadas (pergunto-me quantos anos terão aquelas calçadas e ruas?) onde provavelmente já tanta gente andou, inspirada pela mesma luz, se calhar não às 7h da manhã de um domingo, mas dizia eu que estava toda enlevada, a certa altura até estava algo comovida, cidade tão linda e tão gaja, pá, linda, inacessível, linda, apaixonante, linda, quando a T. decidiu voar sobre a dita calçada (linda, linda, linda) e toma lá um cotovelo deslocado. E agora onde é que eu escrevo sobre a luz amarela, as parede brancas, a magia daquele sol, o murmúrio das paredes daquelas casas, o prateado do rio que nos olha?

Para que não digam que gosto mais de Lisboa do que do Porto, passo a explicar. Gosto do Porto como de uma coisa que se tem. O Porto é meu, pertence-me de certa forma e é lindo. De Lisboa gosto de maneira diferente - não é minha, não a atinjo, não me pertence. Não é mais nem menos, é diferente.

sábado, agosto 08, 2009

Post(ais) do Sudoeste II

A caminho do SW, passo em Lisboa. Casa, casa, casa.

sexta-feira, julho 31, 2009

Partir Vs. Ficar

Ontem estava a sair de Gaia a pensar que afinal não é assim tão complicado, tempos houve em que não me entendia naquela cidade, e depois enganei-me e virei para Lisboa. Saí para a A29 e debati-me com a vontade de ir em frente, Lisboa it is!, e a necessidade de voltar para trás, nem sequer tens gasóleo para chegar a Lisboa. Presa por vontade própria, concluí. Há coisas piores.
Depois cheguei a casa e, numa troca de mensagens com o meu gay preferido, prometo que caso com ele só pelo bolo de laranja e digo-lhe que me deixe dormir. E a resposta fez-me adormecer a rir.

terça-feira, julho 21, 2009

No sábado

pensei numa frase fantástica que ia escrever aqui. Tinha qualquer coisa a ver com os meus anos, o facto de estar em Lisboa, a sensação de estar em casa novamente, a diversão com os amigos. Mas depois esqueci-me. Tem qualquer coisa a ver com os meus anos, o alzheimer e a falta de sono que ainda me mata antes de eu chegar aos 30.

sexta-feira, julho 17, 2009

29

Isto é como o Porto de que eu não gosto, fica melhor com os anos? Parece-me bem.
Vou gozar a felicidade instalada para a minha cidade, bom fim-de-semana!

terça-feira, junho 23, 2009

Troquei de Santo

Em boa verdade, já foi no ano passado. Mas este ano tenho (mais) gosto nisso, não sei explicar.
Em boa verdade também, não preciso de muitas desculpas para fazer caipirinhas e deliciar-me com sardinhas e pimentos assados. No terraço, se não chover. Muito bem acompanhada, chova ou não.
E não é verdade que não goste de sardinhas, gosto sim senhora. Mas gosto mais ainda de fazer caipirinhas (e de as beber), porque podem não ser santas, mas são Ju(a)ninas.

terça-feira, março 31, 2009

Dividida

Nos últimos tempos tenho tido muitas saudades de Lisboa, despertam quando olho para ruas no Porto que me lembram a minha casa de 8 anos. Mas nunca gostei tanto de estar no Porto como agora, acho que nunca tive tantos projectos em 28 anos de vida.
Soube há pouco que uma amiga vai trabalhar para Lisboa e vieram-me as lágrimas aos olhos em pleno GChat(o), mas respirei fundo e dei-lhe os parabéns com toda a felicidade que sinto por ela, pela oportunidade que este trabalho representa.
Dizem-me para procurar trabalho em Lisboa e juntar-me a elas, já são duas as amigas próximas a 300km de distância. Tenho saudades das ruas que eram minhas e vontade de conhecer as que não o eram na cidade que amo sem saber explicar porquê, mas não quero ir para lá. Gosto do Porto neste momento, depois logo se vê.

sexta-feira, março 06, 2009

Da memória musical

Segunda-feira, 17 de Março de 2008, 17h25
Eu ia a caminho da iluminação e esta música há-de sempre ser o seu hino.

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Puzzle

Porquê as saudades de Lisboa? Porque Lisboa tem imagem de cidade internacional.
Não fui feita para viver fora de capitais, está visto.

quarta-feira, janeiro 21, 2009

segunda-feira, janeiro 19, 2009

Octoverme de sábado à noite e domingo de madrugada

I kissed a girl and I liked it.
Ou para o que haviam de estar guardadas as amizades, sinceramente.
Ah, e P.S. O Plateau é mau demais.

Operação "Vou pra baixo"

Não sabia as saudades que tinha de Lisboa até chegar, a Gare do Oriente a aparecer e eu com o GPS (que nem sabia que tinha) a apitar e a dizer: Toda esta cidade lhe é conhecida e muito familiar. E depois desligou-se, sabendo que eu não precisava dele.
Na ronha, no sábado à tarde, o pensamento saltou logo para o café preferido e a minha zona favorita da cidade, assim como se não tivesse passado o tempo e eu estivesse em minha casa a pensar o típico epá, já chega de ronha, vou mas é à rua tomar um café, arejar a pevide e ver o sol, que por sinal brilhava bastante nesse dia. Estava em casa, casa.
Foram quase 8 anos. Não sei se algum dia voltarei, mas se voltar vai ser voltar para dentro, como umas pantufas quentes e confortáveis que nos assentam na perfeição.

sexta-feira, dezembro 05, 2008

Frio

Está frio. Muito. Não percebo...
Depois lembro-me que este é o primeiro Outono (Inverno?) que passo no Porto desde há 8 anos.
(Tenho saudades de Lisboa...)

sexta-feira, novembro 28, 2008

Lembrei-me agora

da expressão mais cómica que ouvi nos últimos dias.
Acerca da rivalidade entre Porto e Lisboa, diz um amigo meu que conhece uma pessoa que é tão bairrista, mas tão bairrista,
"que até rouba na Meteorologia!"