Mostrar mensagens com a etiqueta Gostos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gostos. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, outubro 23, 2024

Pode-se escolher uma música de Natal em Outubro,

Ou é muito cedo? 
Os filhos da minha prima-irmã (ou sub-primos, como ela lhes chama quando nos fala deles) foram para a escola vestidos de vermelho na segunda para tirar as fotografias de Natal. 
E eu, no meio da confusão e da dor do fim, vi pela primeira vez o episódio mais bonito do Bob's Burgers.
Só para provar que até uma série como o Bob’s Burgers pode ser inspiradora e cheia de beleza.
E não me quero esquecer do que senti quando vi o episódio pela primeira vez, e pela segunda vez, nem o que senti ao ver o episódio sobre a Amelia Earhart e que me fez procurar esta música, do episódio de Natal, que é (pelo menos por agora) a música de Natal deste ano.



quinta-feira, dezembro 22, 2016

quarta-feira, abril 24, 2013

Ai, Portugal, Portugal

Afinal Portugal também tem gente parecida com o Gael García Bernal. Mas são loiros.

quinta-feira, maio 17, 2012

Roma

Dizem "Ir a Roma e morrer". Nada podia ser mais pazzo. Roma é infindável, os Caravaggios para lamber multiplicam-se, as ruas para descobrir crescem e o prazer de estar simplesmente a beber um caffè numa esplanada a ver as pessoas passar ou um gin tónico no pátio de um bar enquanto se deita conversa fora com os meus irmãos é impagável e só se pode fazer a partir da segunda ida a Roma. Ou se houver muita dor de cruzes (velhos!).
Não vos alugo os irmãos, não, mas se pedirem com jeitinho, pode ser que eles queiram ir a Roma outra vez para repetir a experiência. Vocês pagam a viagem, claro.
E vivam os amigos que são tão espectaculares que nos emprestam a casa enquanto vão de férias!

quinta-feira, abril 26, 2012



O meu trabalho numa música. Genial. A música, o trabalho tem dias.

sábado, março 24, 2012

Mas...não tens saudades de Portugal?

Não.
Tenho saudades do meu carro, de estar dentro do meu carro, de conduzir o meu carro, de conduzir o meu carro para Trás-os-Montes, a estrada e o sol de fim de tarde, eu dentro do meu carro, um cigarro aceso, Radiohead aos berros. Como da primeira vez

quinta-feira, outubro 20, 2011

Balé

Não perceber nada de dança é isto: vai-se ao ballet, perdão, balé e passa-se boa parte do tempo a cabecear de sono. (Ah, espera, isso foi do anti-histamínico.) Ao fim de mais de duas horas (com dois intervalos pelo meio), vi movimentos lindos, movimentos fantásticos, agilidades surpreendentes. É tudo uma questão de hábito. E músculo. (Do espectador.)
No fim, no backstage (ando assim, dada a backstages), a desilusão completa: aqueles homens todos bem delineados, musculados, lindos... a abanar a mãozinha. Enfim, não se pode ter tudo. A verdade é que dançam como gente grande!

quarta-feira, outubro 19, 2011

Marianas

Duas grandes amigas: uma vai ser mãe e a outra vai casar. E eu é que me sinto a louca. Será porque nunca gostei muito de branco?

domingo, setembro 18, 2011

Tradução

As traduções são más em qualquer parte do mundo. Entre as falas para as quais não precisava de legendas, diverti-me a ver o francês que reduzia para metade o que era dito em americano.
Ou então o filme era ainda mais chato do que me pareceu. Estaremos a ficar velhos?

domingo, julho 03, 2011

Damn it

Há razões para tudo e esta é tão boa como outra qualquer. É melhor, in fact. A melhor. Numa lista sucinta, Roma e Legs. Mas Legs primeiro.

Heal us wherever we are, Our Lady of Dorset. Always.

quinta-feira, junho 02, 2011

O ser fabuloso que eu sou

Estive doente do cu quente no início de Maio e o tabaco começou a dar-me a volta ao estômago (que não é parte envolvida no cu quente), pelo que fiquei duas semanas sem fumar. Fumar um cigarro completamente nauseabundo de três em três dias não conta.
Depois fui ver a Nossa Senhora e achei que a ocasião e o meu estômago mereciam o regresso do tabaco. Logo de seguida meti-me num avião e saí em Roma, a mais prodigiosa cidade do universo, e passei o fim-de-semana a fumar em praças, escadas de igrejas, esplanadas, muros do Circo Massimo e outros pontos turísticos de alto gabarito (excepto nos Caravaggios, porque até uma herege como eu sabe que não se fuma dentro das igrejas).
Não tenho uma única fotografia de Roma, porque detesto o turismo de snapshot (embora o turismo de shot me atraia muito), mas tenho para mim que os romanos são doidos com muita razão e direito - quem é que não se punha tolo a viver numa cidade assim espectacular?


P.S. Ando a fumar três ou quatro cigarros por dia.

segunda-feira, abril 04, 2011

Lisboa continua feia

Prédios gigantes, feios, ruas escuras e os prédios cheios de luz branca e fria, feios. Às 22h há trânsito para entrar na cidade, na pior perspectiva possível, que é o Alto do Lumiar, feio, tudo cheio de carros, feios. O Eixo Norte-Sul com trânsito lento, feio. Até o Jaguar que vi a seguir a Telheiras (prédios feios, tudo feio) era feio. A Praça de Espanha, feia. As ruas por trás da Praça de Espanha, feias. O terminal dos autocarros, de fugir.
E a sensação é a mesma, cheguei a casa que me serve como umas pantufas (ainda que feias). E é nisto tudo que Lisboa continua linda. Porque todos os prédios feios são Lisboa, a Lisboa de calçada branca, sol imperdoável, luz fascinante.
Continuo apaixonada.

quarta-feira, março 30, 2011

Razões

Não sei se é da Dilma e do Lula tão perto, da nossa própria revolução novamente relembrada (ainda que pelos piores motivos, porque agora já não somos capazes de a fazer - notem como me incluo, para não dizerem que não sou parte do problema) ou se é apenas da beleza intrínseca do Chico a dizer "pá" e a felicitar os irmãos do outro lado desse gigante Atlântico, mas esta música continua a arrepiar-me de cada vez que a ouço. Linda.

sexta-feira, março 25, 2011

Eu sou péssima com datas,

por isso não sei em que ano foi. Mas sete e três 10 e vai um, acho que foi em... 2007. Deve ter sido.
Portanto. Corria o ano de 2007, era Maio, e eu de repente vi-me esfomeada numa aldeia a sul de Portalegre (sul, sudeste, sudoeste, who knows, também sou péssima com a orientação) e entrei no primeiro restaurante que me pareceu decente. Numa inspiração divina, de certeza, decidi pedir um prato servido com migas, eu, a nojentinha-mor que não gosta de nada "esquisito" e tradicional. Não gostava, devo dizer, porque aquelas migas mudaram-me para sempre. Não há outra descrição, foi mesmo isso. Foram as melhores migas que já comi na vida. Arrisco mesmo a dizer que foram a melhor coisa que já comi na vida.
Mas esqueci-me completamente do nome da aldeia e do restaurante. As vezes que procurei aquilo, senhores, nem se acredita. Só me lembrava de ter ido ao Crato, mais nada. Ontem decidi insistir na busca e vi vários restaurantes alentejanos, ai que bonito e tal. E de repente, encontrei o site de um restaurante que me soava familiar, e assim que as fotografias apareceram, soube que tinha encontrado o restaurante certo. E quase chorei de emoção.
Claramente, tanta vontade de migas e tanta quase-lágrima, são sintoma de algo muito funesto.

sexta-feira, março 18, 2011

quarta-feira, março 16, 2011

Thom

O homem não faz só grandes músicas, com grandes letras: também sabe abrir a boca.

Pára uma pessoa de ouvir o Thom

(ainda que momentaneamente, que para isso é que serve o || pause), o Thom Yorke que é quase como se tivesse renascido dos mortos e eu nem acredito que fez músicas novas, a voz dele é a mesma, mas a genialidade é outra, nova, melhor (new is always better), pára esta alminha de ouvir o génio que são os Radiohead, para ouvir isto.
Ó senhores, juízo, juízo é que eu queria.