quarta-feira, setembro 05, 2007

A dieta por omissão

(E sim, ando a pensar nisto há muito tempo e não, não me envergonho do tempo que já perdi, que isto não pode ser só marcar entrevistas e encomendar bolos e sandes e espalhar fruta, bananas, bananas, só querem bananas, que macacos!)
Cheguei à conclusão de que ando a fazer dieta por omissão.
Uma espécie de pontos "Weightwatcher", mas negativos pela positiva.
Por cada sobremesa que não como, 5 pontos.
Por cada chocolate a que resisto, 7 pontos.
A cada bolacha que pretiro em função de uma peça de fruta (nunca banana, não posso ver bananas à frente), 10 pontos (3 extra pela opção saudável).
Emagrecer não emagreço, mas ando iludidinha que é um mimo!

A pessoa que,

inadvertida ou irresponsavelmente, prepara uma máquina de roupa e constata, surpresa e irremediavelmente, que 95% do seu vestuário é da cor verde, muito embora de variadas e diferentes tonalidades, e que 100% desse vestuário verde tem manchas na frente, ri-se de quê?

quinta-feira, julho 26, 2007

Tenho três coisas novas

Uma tem três semanas e mais de 3000km, outra tem quase uma semana e mais de €20 para falar e a última tem cinco dias e menos de 50 páginas lidas.
Falta-me tempo para disfrutar de todas, ainda bem que vêm aí as férias.

terça-feira, julho 17, 2007

Note-se

que eu tenho 8 anos de condução, sempre activos.
E note-se também que nas últimas duas semanas tenho conduzido todos os dias.
E note-se também que a procrastinação é uma palavra muito feia.

Depois de uma vergonha de condução

precisamente quando damos boleia, ainda que curta, a alguém, durante quanto tempo temos direito a sentir-nos mortificadas?

segunda-feira, julho 16, 2007

O ano passado

estava de férias e às oito e meia da noite estava dentro de água, na mais esplendorosa tarde de praia que já tive.
Este ano, a trabalhar, de água só vi a chuva, e praia nem em sonhos.
Mas foi um dia de anos muito bom, com bolo e prendas e ramos maravilhosos a surgirem de surpresa, vindos de fora.
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domingo, junho 24, 2007

O Verão

que hoje nos foge ainda antes de ter chegado a sério, é o sol na terra quente, as colchas nas varandas, as pétalas de flores nas procissões, os gelados na praia, as ondas do mar, o aniversário dentro de água, a pele morena, as noites quentes, a promessa de felicidade.
Mas o meu irmão di-lo muito melhor.

terça-feira, junho 19, 2007

Não sei se já disse isto

mas pela primeira vez na vida tive um primeiro dia de trabalho bom. (Já tinha dito.)
A lua-de-mel já acabou, mas posso garantir que continuo a sentir a mesma paixão.
É certo que deixei de ter tempo para escrever na categoria No café, porque isso de tardes passadas a ouvir as tias da Avenida de Roma foi chão que já deu uvas.
Tenho compensações. ;)

Só para poder dizer Trás-os-Montes

Tantas saudades!
A ver se levo a lista.

Se eu fosse o Chico Buarque

escrevia uma música que em vez de ser Tanto Mar era Tanto Trabalho.
Tanta felicidade!

Das boas sensações físicas

A sensação do momento é período menstrual.
Não, não me enganei.

quarta-feira, junho 13, 2007

Toma lá!

Irmã, criei duas novas labels só para ti, ó vê:
Início e
Início 2.
Qualquer dia ataco os outros meses.

Gostava

de saber o que faz com que, depois de ouvir o mesmo disco mais de 5 vezes seguidas, eu adormeça a trautear uma música e acorde a trautear outra. Do mesmo disco, bem entendido, senão a experiência neurológica fica invalidada.
Felizmente não era Ivete Sangalo. (Apercebi-me agora que este blog vai ter hits descomunais à conta destas duas palavrinhas... que se licse!)

Maria Rita

Material sumarento

(Não, ainda não é desta que escrevo um post ousado, favor ler em baixo.)
O Porto é uma fonte inesgotável de material para o blog, conquanto eu me mantenha visita por lá. Tenho é pouco RAM de memória cerebral, há que comprar um bloco que caiba na carteira.

Nada

como ler um post pseudo-porno num blog de gosto duvidoso para acabar com a ideia peregrina de escrever um blog picante.
Já me benzi três vezes.

Hoje

disse às minhas duas irmãs que gosto muito delas. Não me vanglorio, faltam-me cerca de 140 pessoas ainda.
Leitores deste berlogue, considerai-vos informados.

terça-feira, junho 12, 2007

A minha irmã

que além de ter mau gosto (ao gostar do meu blog), é preguiçosa (porque não quer procurar), intimou-me este fim-de-semana a etiquetar todos os posts que já escrevi.
Não queria mais nada, não?

Do Santo

Ao contrário de outros anos bem festejados, estou por casa. Maria Rita a golar e pronto, assim se está solteira.
Eu até nem gosto de sardinhas...

É como quem diz "aos berros" em trasmontanês.

Não vale a pena

Ficou difícil

Tudo aquilo, nada disso
Sobrou meu velho vício de sonhar
Pular de precipício em precipício
Ossos do ofício
Pagar pra ver o invisível
E depois enxergar

Que é uma pena
Mas você não vale a pena
Não vale uma fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema
De tão pequeno
Mas vai e vem e envenena
E me condena ao rancor
De repente, cai o nível
E eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo
Como num disco riscado
O velho texto batido
Dos amantes mal-amados
Dos amores mal-vividos
E o terror de ser deixada
Cutucando, relembrando, reabrindo
A mesma velha ferida
E é pra não ter recaída
Que não me deixo esquecer

Que é uma pena
Mas você não vale a pena

Maria Rita

Para a P. Porque sei que ias gostar dela, apesar do que dizes.